Na audiência de custódia, Bolsonaro reiterou problemas de saúde, afirmando ter refluxo, apneia do sono, necessidade de dieta especializada, uso de cinco medicamentos e laudos que comprovam suas condições clínicas.
Foto: Carlos Moura/Agência Senado
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), determinou na madrugada desta terça-feira (2) a prisão do ex-coordenador-geral de pagamentos e benefícios do órgão, Jucimar Fonseca da Silva. A ordem ocorreu após o depoente alegar erro na convocação e apresentar informações consideradas falsas pela comissão. “O senhor está preso por calar a verdade”, declarou Viana ao anunciar o flagrante.
Ainda pela manhã, Jucimar foi localizado pela Polícia Legislativa e levado novamente ao Congresso para prestar depoimento. Ele vinha adiando a oitiva com sucessivos atestados médicos desde que foi afastado do cargo, em abril, após a Polícia Federal deflagrar operação que apura fraudes no INSS.
As investigações apontam que Jucimar atuou no processo que autorizou o desbloqueio em lote para inclusão de descontos associativos a pedido da Contag. Questionado sobre o alto volume de reclamações na época, ele afirmou que recebia relatórios da ouvidoria, mas que os números informados “não eram aqueles” divulgados pela imprensa. O ex-coordenador negou ter recebido propina e afirmou que sua nomeação seguiu critérios técnicos.
Jucimar também declarou não ter poder decisório sobre pagamentos e que jamais assinou autorizações, argumentando que apenas acompanhava processos internos, sempre subordinado ao diretor de Benefícios e à presidência do INSS.
Com informações da CNN
Além das articulações internas do PL para 2026, o senador Rogério Marinho voltou a expor um dos principais pontos de tensão entre seu grupo político e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. Durante entrevista, Marinho citou nominalmente a senadora Zenaide Maia como o fator que inviabiliza qualquer aproximação entre os dois lados.
Segundo o senador, a aliança de Allyson com Zenaide torna impossível qualquer composição com o PL. Ele foi direto ao declarar que “essa relação praticamente impossibilita a relação conosco”, reforçando que a senadora ocupa posição de destaque no bloco governista no Senado.
Marinho lembrou ainda que Zenaide Maia é vice-líder do governo e “tem votado sempre com o governo”, o que, para ele, cria um abismo político entre o projeto que representa e o grupo do prefeito mossoroense.
Ao todo, 11 mandados foram cumpridos, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles, dois mandados foram executados em Natal. Entretanto, até o momento, não há informações oficiais sobre quem seria o alvo das diligências na capital potiguar.
Histórico de irregularidades envolvendo asfalto
Em 2024, outra investigação da CGU revelou que a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) superfaturou o preço do asfalto utilizado em obras realizadas em dez estados brasileiros, incluindo o Rio Grande do Norte. Os contratos analisados eram referentes ao ano de 2020, período ainda sob o Governo Bolsonaro.
No RN, as amostras de asfalto coletadas para perícia foram obtidas nos municípios de Tangará, Lajes, Campo Redondo, Jaçanã, Santa Cruz, Lagoa Nova, Parelhas, Currais Novos e Lajes Pintadas.
Nova operação envolve três cidades do RN
Na operação mais recente, envolvendo o DNOCS, informações divulgadas pela colunista Camila Bonfim, do G1, apontam que três municípios potiguares estão diretamente relacionados às investigações: Brejinho, Alexandria e Serrinha dos Pintos.
Ponto em comum entre as operações
Tanto a investigação envolvendo o DNOCS quanto a apuração referente à Codevasf apresenta um elemento semelhante:
– uso de asfalto em obras públicas;
Foto: Ton Molina/STF
Aliados de Jair Bolsonaro (PL) protocolaram, na última sexta-feira (28/11), no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente. O deputado Gayer (PL-GO) informou que já coletou mais de 100 assinaturas na Câmara e que o senador Flávio Bolsonaro articula apoio no Senado.
Na petição, os parlamentares afirmam que Bolsonaro enfrenta múltiplos problemas de saúde — como câncer de pele, complicações renais, distúrbios cardíacos, sequelas gastrointestinais das cirurgias pós-atentado de 2018 e pneumonias recorrentes — e argumentam que o ambiente prisional não oferece tratamento adequado, representando risco à sua integridade. Segundo eles, cabe ao Estado garantir condições médicas compatíveis com a dignidade humana.
Com informações de Metrópoles
Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
A Polícia Federal enviou um ofício ao Corpo de Bombeiros do Distrito Federal pedindo atendimento “com celeridade” caso Jair Bolsonaro precise de socorro na prisão. O pedido, encaminhado ao 15º Grupamento da Asa Sul, cita o estado de saúde do ex-presidente, que cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado na Superintendência da PF.
Na audiência de custódia, Bolsonaro reiterou problemas de saúde, afirmando ter refluxo, apneia do sono, necessidade de dieta especializada, uso de cinco medicamentos e laudos que comprovam suas condições clínicas.
O deputado Tomba Farias é um grande amigo de Currais Novos, onde possui vários amigos nesta cidade tão querida. Entre eles, está o ex-vereador Inácio de Colombita e seu filho, estudante de Jornalismo e editor do Blog de Currais Novos, que também mantém amizade com o referido deputado.
Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil
O STF (Supremo Tribunal Federal) afastou a possibilidade de candidaturas avulsas, ou seja, sem filiação a partido político, nas eleições brasileiras.
Segundo os ministros, o entendimento reforça o que está previsto na Constituição Federal, que estabelece a filiação partidária como requisito de elegibilidade.
O recurso analisado possui repercussão geral. Com isso, a tese fixada pela Corte deverá ser aplicada a todos os casos semelhantes em tramitação no Judiciário.
Entenda
O caso analisado pelo STF envolveu dois cidadãos que tentaram concorrer, sem filiação partidária, aos cargos de prefeito e vice-prefeito do Rio de Janeiro nas eleições de 2016.
Após terem os pedidos negados em todas as instâncias da Justiça Eleitoral, eles recorreram ao Supremo, alegando, entre outros pontos, violação aos princípios constitucionais da cidadania, da dignidade da pessoa humana e do pluralismo político.
Além disso, sustentavam que o Pacto de São José da Costa Rica, do qual o Brasil é signatário, impediria a imposição dessa restrição.
Na sessão em que reconheceu a repercussão geral da matéria, o Plenário declarou a perda de objeto do recurso, uma vez que as eleições de 2016 já haviam sido realizadas.
Ainda assim, manteve a análise do mérito, com o objetivo de fixar entendimento sobre o tema.
R7
Foto: Jefferson Rudy
O final de semana foi de articulações intensas para o senador Rogério Marinho. Na sexta-feira (28) e no sábado (29), ele marcou presença em uma série de eventos empresariais e políticos em todo o RN.
Já neste domingo (30), o senador se reuniu com auxiliares próximos e começou a planejar a equipe que conduzirá as estratégias de marketing, comunicação e digital da sua candidatura ao Governo do Estado em 2026.
Segundo apuramos, Rogério trabalha para confirmar a chapa que antecipou em entrevista à 98 FM, na sexta-feira: ele como cabeça de chapa, com Styvenson Valentim e Álvaro Dias na dobradinha para o Senado.
Ficam em aberto, para indicações políticas e partidárias, os dois suplentes de senador e o candidato a vice-governador.
A ideia é começar a executar o plano da pré-candidatura no verão, com um grande encontro político que deve reunir mais de 80 prefeitos, 10 deputados estaduais e pelo menos quatro federais — além dos potenciais pré-candidatos às disputas estaduais e federais.
Rogério é mais candidato do que nunca.
A CPMI do INSS realiza oitivas com Jucimar Fonseca da Silva, ex-coordenador-geral de pagamentos e benefícios do INSS, e Sandro Temer de Oliveira, representante das associações de aposentados e pensionistas AAPPS Universo e APDAP Prev. Os depoimentos integram a investigação sobre fraudes contra beneficiários da Previdência Social.
No dia 13 de dezembro de 2025 completam-se 37 anos da partida do meu pai, SILVINO ARAÚJO (Colombita), que nos deixou em 13 de dezembro de 1988. Hoje, seguimos vivendo da saudade e das lembranças desse homem tão especial.
Nossa família sempre preservou a história de vida do nosso pai, SILVINO ARAÚJO (Colombita). Em uma época em que Currais Novos ainda não possuía energia elétrica, ele foi a luz que iluminou os caminhos da população, conduzindo pessoas até o médico Dr. Mariano Coelho, às farmácias e prestando socorro durante as noites.
É importante lembrar que a criação do Plantão de Farmácia foi um projeto de sua autoria, serviço que até hoje beneficia a população de Currais Novos.
Vídeo: Via Certa Natal
O bairro de Mãe Luiza enfrentou mais uma madrugada de tensão neste domingo (30). Uma intensa troca de tiros assustou moradores e mobilizou diversas equipes da Polícia Militar. Durante o confronto, dois homens foram atingidos; um deles não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Segundo a PM, as viaturas realizavam patrulhamento quando foram surpreendidas a tiros por criminosos.
A região vive semanas de instabilidade, marcada pela disputa sangrenta entre facções rivais. A escalada de violência vem obrigando moradores a se abrigarem dentro de casa ao cair da noite, diante do clima de guerra que domina as ruas.
Na última quarta-feira (26), a Operação “Farol da Justiça” já havia colocado Mãe Luiza no centro das ações policiais. A ofensiva prendeu diversos suspeitos e desmontou pelo menos dois acampamentos usados por integrantes do Sindicato do Crime e do Comando Vermelho. Roupas camufladas, mantimentos e garrafas d’água foram encontrados na mata, evidenciando que o local servia como base de apoio para criminosos.
Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES
O Congresso decidiu não empurrar para 2026 a votação do Orçamento do ano eleitoral. A razão é simples: parlamentares querem garantir, ainda neste ano, o valor do fundo eleitoral — peça-chave para quem vai disputar a reeleição. Nos bastidores, líderes admitem que o montante deve ser mantido em R$ 4,9 bilhões, repetindo o valor usado nas eleições municipais de 2024. A Comissão Mista de Orçamento já trabalha com o congelamento do Fundão, apesar da pressão de alguns partidos por aumento.
A pressa ganhou força após a própria CMO aprovar uma instrução normativa ampliando a reserva destinada ao fundo eleitoral. Para isso, porém, haverá cortes em outras áreas do Orçamento de 2026. A proposta do relator Isnaldo Bulhões (MDB-AL) prevê reduzir R$ 2,9 bilhões das emendas de bancada e cortar R$ 1 bilhão das despesas discricionárias, o que já acendeu o alerta no governo sobre o impacto nos serviços públicos.
Além do Orçamento, o Congresso ainda precisa votar a LDO, que define as regras de gasto para o próximo ano. O Planalto tenta garantir espaço fiscal após aprovar a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, medida que exige compensações para fechar as contas. A principal aposta é o projeto que aumenta a taxação de casas de aposta e fintechs, proposto por Renan Calheiros (MDB-AL).
O texto dobra gradualmente a alíquota das bets, de 12% para 24%, e eleva de 9% para 15% o imposto das fintechs, com previsão de arrecadar R$ 4,98 bilhões já em 2026. Nos bastidores, porém, o recado é claro: nada disso avança antes de resolver o que realmente interessa aos parlamentares — o tamanho do Fundão.
Com informações do Metrópoles