O senador Rogério Marinho (PL-RN) aparece entre os nomes mais fortes nas articulações para a presidência do Senado Federal. Coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Rogério tem espaço destacado nas negociações do PL. Tereza Cristina (PP-MS) e Arthur Lira (PP-AL) também aparecem nas conversas sobre a sucessão.
No Rio Grande do Norte, um detalhe chama a atenção: a senadora eleita Samanda de Lula (PT) telefonou para Rogério Marinho após a eleição, fazendo um aceno de diálogo em defesa dos interesses do Estado.
E aí surge uma possibilidade política: Samanda poderá votar em Rogério para presidente do Senado, mesmo sendo de partidos adversários, caso entenda que sua eleição beneficiaria o Rio Grande do Norte.
Por enquanto, entretanto, Samanda não declarou apoio à eventual candidatura de Rogério. O aceno existe, mas o voto continua indefinido.
A política tem dessas coisas. Adversários nas urnas podem encontrar pontos de entendimento em Brasília.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), deverá anunciar neste sábado (10) apoio à candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte.
O anúncio é aguardado para este sábado, mas detalhes sobre o local e o formato da manifestação ainda não foram informados.
Allyson disputa o segundo turno da eleição contra o candidato do PT, Cadu de Lula.
O Partido Liberal (PL) anunciou nesta sexta-feira (9) que adotará posição de neutralidade no segundo turno das eleições no Rio Grande do Norte.
Com a decisão, filiados, prefeitos, deputados e demais lideranças políticas da legenda estarão livres para apoiar o candidato que desejarem na disputa.
O Rio Grande do Norte tem 14 dos 69 reservatórios monitorados pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) com menos de 10% da capacidade de armazenamento. O levantamento, atualizado nesta semana, mostra diferenças entre as reservas hídricas do Estado, com açudes praticamente secos em municípios do Seridó e do Alto Oeste, enquanto outros mananciais apresentam volumes superiores a 80%.
A situação mais crítica é registrada no reservatório Passagem das Traíras, em São José do Seridó, que acumula apenas 0,03% de sua capacidade. Em seguida aparecem o açude Dourado, em Currais Novos, com 0,11%, e o Itans, em Caicó, com 0,36%. Os três estão com menos de 1% do volume máximo de armazenamento.
Outros reservatórios também apresentam níveis reduzidos, como Jesus Maria José, em Tenente Ananias, com 1,20%; Mundo Novo, em Caicó, com 1,25%; Alecrim, em Santana do Matos, com 1,51%; Zangarelhas, em Jardim do Seridó, com 1,97%; e Totoró, em Currais Novos, com 2,31%.
A lista inclui ainda os açudes 25 de Março, em Pau dos Ferros, e Esguicho, em Ouro Branco, ambos com 4,51%; Currais Novos, com 4,87%; Boqueirão de Parelhas, com 7,17%; Sabugi, em São João do Sabugi, com 7,19%; e Caldeirão de Parelhas, com 7,45%.
Apesar dos baixos volumes em parte dos açudes, outros 13 reservatórios apresentam armazenamento superior a 80%. Quatro atingiram a capacidade máxima: Flechas e Arapuá, ambos em José da Penha; Lagoa de Pium, em Nísia Floresta; e Lagoa do Jiqui, em Parnamirim.
Também estão entre os mananciais com maiores volumes a Lagoa de Boqueirão, em Touros, com 92,92%; Campo Grande, em São Paulo do Potengi, com 89,87%; Lagoa de Extremoz, com 88,11%; e Rodeador, em Umarizal, com 87,28%. Outros cinco reservatórios apresentam índices entre 80,37% e 83,73%.
Judivanda Azevedo, publicou em sseu facebook, uma mensagem de parabéns, ao seu pai Dodô, veja a publlicação.......Hoje ele completa 80 anos com muitas memórias vivências construiu uma vida de trabalho e dedicação a sua família. Peço a Deus que te abençoe sempre com muita saúde e paz. Somos muito felizes em ter você ao nosso lado. E vamos comemorar esse e muitos outros anos.
COMENTÁARIO DDO BLOG DE CURRAIS NOVOS :n
Nós do Bllog dde Currais Novos e da familia de Inácio de Colombita, mandamos oss parabéns, para nosso ccompadre Dodô, dessejamos de paaz, saúde, feliciddade, junto ssua família, FELIZ ANIVERSÁRIO.
O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, manifestou forte oposição à imposição de modelos rígidos para o fim da escala 6×1 por meio de alterações na Constituição. Em declaração divulgada pela VEJA Mercado, o dirigente empresarial argumentou que fixar uma escala padronizada na Carta Magna ignora a dinâmica e as necessidades distintas de cada setor produtivo da economia.
Para Galassi, a medida pode gerar graves reflexos negativos no mercado corporativo. “Você não pode fazer um… isso daí é uma ação que vai prejudicar inúmeras empresas, inúmeros setores”, pontuou. O presidente da Abras destacou ainda que o setor supermercadista já aplica com sucesso o modelo de divisão 5×2 em algumas frentes, sobretudo quando associado a jornadas semanais de 44 horas.
Durante sua avaliação sobre o tema, Galassi enfatizou que o debate sobre a redução da jornada de trabalho e o controle de horas extras precisa ser conduzido com profundidade e flexibilidade, ponderando os impactos práticos na rotina dos trabalhadores. Segundo o executivo, engessar regras sem considerar a realidade operacional pode gerar um efeito reverso, empurrando profissionais para a informalidade ou estimulando a adesão a duplas jornadas em empresas diferentes.
“Nós estamos dificultando o trabalho no Brasil, ao invés de nós facilitarmos”, afirmou Galassi, reforçando que discussões de tamanha relevância para o futuro do país exigem seriedade e cautela institucional, distantes de medidas com apelo puramente eleitoral ou momentâneo.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e seu vice na chapa, Alfredo Gaspar (PL), realizaram uma visita, na última quinta-feira (8), ao arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa. A reunião não constava na agenda pública de campanha da chapa e foi divulgada no início da noite pela própria Arquidiocese de Brasília.
De acordo com a nota publicada pela arquidiocese em suas redes sociais, o encontro ocorreu em um ambiente de cordialidade e diálogo, servindo como espaço para reflexão sobre pautas de interesse mútuo da Igreja e da sociedade brasileira. Imagens compartilhadas na postagem mostram o momento em que Flávio Bolsonaro recebe das mãos do arcebispo uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país.
A pauta da conversa incluiu temas de relevância institucional e social, como a liberdade religiosa e de consciência, o respeito à laicidade legítima do Estado, a proteção da vida humana e da família, além de iniciativas voltadas à justiça social, ao combate à pobreza e às desigualdades. Também foi destacada a importância da parceria entre o poder público e as instituições religiosas em prol do bem comum.
Este não é o primeiro gesto público do candidato em relação à santa padroeira durante o período eleitoral, no primeiro turno Flávio já havia exibido uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em um ato de campanha realizado no estado de São Paulo.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, caso seja eleito, dará reajuste acima da inflação para as aposentadorias e negou que pretenda mudar a forma de correção dos benefícios para reduzir gastos.
A declaração foi dada após Flávio Bolsonaro receber o apoio formal do Podemos. Segundo o candidato, aposentados não devem acreditar em informações de que seu eventual governo acabaria com o reajuste das aposentadorias.
“Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa. Das pessoas mais carentes desse Brasil. Aposentado, fique tranquilo. Não caia nessa fake news do PT dizendo que eu vou acabar com reajuste de aposentadoria. Pelo contrário”, afirmou.
Questionado diretamente se se comprometia a garantir reajuste real aos aposentados, como ocorre atualmente, Flávio respondeu que sim.
A discussão surgiu após uma proposta apresentada ao mercado pela equipe econômica da campanha, segundo informação citada na reportagem. O candidato negou que essa mudança faça parte de seus planos.
Flávio também afirmou que o Brasil possui recursos para financiar suas propostas e defendeu o combate à corrupção.
“O Brasil é riquíssimo. E tem muito de onde tirar.”
Na mesma declaração, ele citou o resultado das empresas estatais durante o governo do presidente Jair Bolsonaro e fez uma comparação com o resultado atual.
Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) identificou cerca de 10,1 mil ações judiciais relacionadas a direitos funcionais de servidores estaduais e estimou em R$ 256,8 milhões o impacto potencial dessas demandas para os cofres públicos.
Os processos, analisados entre janeiro de 2025 e abril de 2026, envolvem principalmente progressões, promoções e enquadramentos funcionais. A maior concentração está na área da educação, que representou mais de 80% das demandas nas amostras examinadas.
Além dos valores cobrados nas ações, a judicialização gera despesas com honorários, juros, correção monetária e tramitação dos processos. Segundo o TCE, soluções administrativas mais rápidas poderiam evitar cerca de R$ 49,8 milhões em custos adicionais.
A auditoria também apontou que o Estado responde por 81,56% do acervo ativo dos Juizados Especiais da Fazenda Pública de Natal. Ao todo, foram identificados 22.814 processos relacionados a temas como progressão, promoção e enquadramento.
Outro ponto destacado foi o alto índice de derrotas do Estado. Conforme a amostra analisada, a taxa de sucumbência variou entre 80% e 90%, com reconhecimento total ou parcial dos direitos reivindicados pelos servidores.
O TCE identificou ainda falhas na gestão de pessoal, como falta de integração entre sistemas, ausência de controles automatizados, demora na análise de processos administrativos e problemas no acompanhamento de prazos e avaliações de desempenho.
Para realizar a fiscalização, os auditores cruzaram dados do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) com informações da Procuradoria-Geral do Estado, Controladoria-Geral do Estado, Secretaria de Administração e Secretaria de Educação. Também foram analisadas sentenças e processos administrativos.
A equipe recomendou medidas para melhorar os fluxos de gestão, integrar sistemas e fortalecer os mecanismos de controle, com o objetivo de reduzir a judicialização e os custos para o Estado.
O relatório será analisado pelo plenário do TCE-RN no processo relatado pelo conselheiro Gilberto Jales.
O DCE da UFRN enviou uma notificação de extrajudicial ao Blog do BG solicitando a correção da notícia publicada na quarta-feira (7) que informava que apoiadores de Lula (PT) estariam usando a estrutura da entidade para produzir panfletos contra Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o DCE, a associação da entidade estudantil à produção ou impressão dos panfletos apresentados no vídeo foi indevida e não corresponde à realidade.
Ainda segundo o DCE-UFRN, a entidade não produziu nem confeccionou o material político-eleitoral mostrado na publicação. A entidade esclareceu que não possui impressora em suas dependências e que as paredes exibidas nas imagens não são de sua sede.
As imagens, ainda segundo a entidade, não comprovam participação do DCE na produção dos panfletos nem utilização de sua estrutura para essa finalidade.
O MDB deve declarar apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República no segundo turno. A articulação é conduzida pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o anúncio pode ocorrer nesta sexta-feira (9) ou no início da próxima semana. A informação é da jornalista Amanda Klein, do SBT News.
O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, está consultando os diretórios estaduais antes de formalizar a decisão, mas o apoio já é considerado certo nos bastidores. Na terça-feira (6), Rossi se reuniu com Tarcísio, cujo vice-governador reeleito, Felício Ramuth, é filiado ao MDB.
Na quarta-feira (7), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), também se encontrou com Baleia Rossi e cobrou uma definição, argumentando que a maioria do partido é favorável a Flávio Bolsonaro.
A ala ligada a Lula já era minoritária no MDB. No primeiro semestre, 17 diretórios estaduais assinaram um manifesto defendendo a liberdade de escolha na eleição presidencial. No primeiro turno, parte expressiva da legenda apoiou Ronaldo Caiado (PSD), enquanto outras lideranças participaram de alianças estaduais distintas.
Flávio já recebeu o apoio da federação União Brasil-PP, Republicanos, Podemos e Novo. O PSD decidiu permanecer neutro e liberou seus diretórios, embora Ronaldo Caiado, derrotado no primeiro turno, tenha declarado apoio ao candidato do PL.
A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) cobrou do Governo do Estado o pagamento de R$ 253 milhões em repasses atrasados às prefeituras potiguares. Durante reunião nesta quarta-feira (7), o presidente da entidade, José Augusto Rêgo, exigiu a regularização dos valores e a implantação das transferências diretas às contas municipais, conforme determina a legislação em vigor desde 19 de setembro.
Segundo José Augusto, o governo se comprometeu a pagar nesta sexta-feira (9) uma parcela pendente do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além de três das quatro parcelas atrasadas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Uma nova reunião está marcada para sexta-feira (9), às 10h, com representantes do Governo do Estado, da Femurn e do Banco do Brasil. O encontro é considerado pela entidade a última tentativa de solucionar administrativamente os atrasos. Caso não haja acordo, a federação pretende acionar os órgãos de controle.
A legislação determina que os recursos do ICMS, do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do Fundeb sejam transferidos diretamente às contas das 167 prefeituras, sem passar pela conta única estadual. Segundo a Femurn, o Banco do Brasil já informou que não existem impedimentos operacionais para a implantação do sistema, restando ao governo formalizar o convênio.
“Não tem mais acordo, não tem mais negociação. A negociação é cumprir a lei e pagar o atrasado”, afirmou José Augusto. O dirigente destacou que os atrasos comprometem despesas municipais, incluindo o pagamento dos servidores. “Não se paga crise com o dinheiro dos outros”, declarou.
Em setembro, a Femurn já havia denunciado mais de R$ 260 milhões em transferências constitucionais pendentes. Na ocasião, o governo anunciou o pagamento de R$ 137 milhões referentes ao ICMS e ao Fundeb.
As campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) adotaram estratégias diferentes para o segundo turno da eleição presidencial. Enquanto Flávio intensifica articulações com partidos, governadores e lideranças políticas, Lula aposta em mudanças na comunicação, com vídeos em formato de selfie, participação de influenciadores de esquerda e ações para aumentar a rejeição ao adversário. As informações são do jornal O Globo.
Desde o primeiro turno, Flávio recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), da federação PP-União Brasil, da Frente Parlamentar da Agropecuária, do Novo e do Republicanos. A campanha agora busca atrair Podemos e MDB. Parte dessas legendas integrou a base do governo Lula, inclusive com participação em ministérios.
Já Lula reconheceu problemas na condução da campanha. Em reunião com aliados nesta quarta-feira (7), afirmou que esta foi a campanha “menos organizada” de que participou desde 1989. Ministros também avaliaram que houve excesso de foco nas realizações do governo, sem apresentação suficiente de propostas para um eventual quarto mandato.
A nova estratégia petista inclui maior presença de Lula nas redes sociais, vídeos curtos e aproximação com influenciadores de esquerda e parlamentares eleitos com forte atuação digital. O presidente também pretende ampliar entrevistas em rádios e intensificar o contato direto com os eleitores.
Nesta quarta-feira, Lula publicou vídeos em formato de selfie, incluindo um sobre o fim da escala 6×1, no qual questionou a posição de Flávio Bolsonaro. A campanha também passou a explorar declarações do adversário para associá-lo a possíveis cortes em programas sociais.
A mudança foi ironizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que criticou a aposta de Lula em vídeos gravados pelo próprio presidente. Enquanto isso, Flávio reuniu a bancada eleita do PL em Brasília para alinhar a atuação dos parlamentares e reforçar as articulações políticas para o segundo turno.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra cartazes com conteúdo político nas dependências identificadas como o campus do IFRN, em Apodi, na região Oeste potiguar. As imagens registram materiais com fotografia e declaração do presidente Lula, além de críticas ao senador Flávio Bolsonaro.
Entre os materiais expostos, aparece um cartaz com a frase “Quem vota em Flávio Bolsonaro vota também no vice acusado de estupro”. Não há informações sobre quem colocou os cartazes ou quando foram instalados.