17 fevereiro 2026

Michelle Bolsonaro relata mal-estar de Bolsonaro em prisão

 

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro usou as redes sociais na noite desta segunda-feira (16) para informar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve um “pico de pressão” enquanto cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

Segundo Michelle, o episódio ocorreu durante uma caminhada nas dependências da unidade prisional. “Ele teve tontura e apresentou um pico de pressão. Foi atendido pelo médico plantonista”, escreveu nas redes sociais.

Ainda de acordo com a ex-primeira-dama, o quadro foi estabilizado após atendimento.
“Falei com o comandante do 19º Batalhão e, graças a Deus, a pressão do meu amor estabilizou”, publicou.

“Conseguiu tomar o seu caldo e já estava fazendo a fisioterapia. Dias difíceis, mas venceremos”, completou.

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Rogério Marinho e Sóstenes Cavalcante publicam ilustração de família em lata de conserva

 


Parlamentares de oposição aderiram a uma nova trend nas redes sociais e passaram a publicar ilustrações de famílias estampadas em latas de conserva.

A iniciativa reage ao desfile da escola Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e retratou em uma das alas conservadores como latas de alimento em conserva.

Grande parte dos congressistas lançou mão de ferramentas de inteligência artificial para ajudar na montagem.

O líder do PL (Partido Liberal) na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), foi um dos que aderiu à tendência. O parlamentar publicou imagem da família em uma lata acompanhada da seguinte mensagem: “Conservador por Jesus Cristo”.

Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, também publicou ilustração semelhante. “A esquerda zomba da família, alicerce do Brasil, e evidencia a perda da sintonia com o povo que trabalha, crê em Deus e educa seus filhos”, escreveu na legenda.

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VÍDEO: Briguinha besta em Currais Novos

 

Uma ‘briguinha besta’ aconteceu na Praça Tomás Salustino, em Currais Novos, região Seridó do RN.

O vídeo registrado da confusão generalizada protagonizada por mulheres se espalhou nas redes sociais.

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[VÍDEO] EDUARDO OINEGUE: A Justiça eleitoral vai passar pano ou punir o samba de Lula?

 

Em 2006, a escola paulista Leandro de Itaquera foi pra avenida com um samba exaltando, acredite, a despoluição do rio Tietê. Que por uma dessas coincidências, um desses alinhamentos de planeta, era um programa do governador do estado, Geraldo Alckmin.

Em cima de um carro alegórico colocaram o boneco gigante de três caciques tucanos, entre os quais Alckmin, que sairia candidato a presidente naquele ano. O PT tentou proibir o desfile porque, naquela época, achava que isso era propaganda eleitoral antecipada.

Agora vem a Acadêmicos de Niterói fazendo a mesma coisa, só que de forma mais descarada, contando a vida do candidato Lula. Com ataques a Bolsonaro, Michel Temer, uso de jingle da campanhas antigas de Lula, e repetição cantada do número do partido.

O TSE tem um belo desafio. Passa pano, como aconteceu com Alckmin em 2006. Ou faz alguma coisa até para evitar que a bajulação politica vire moda no carnaval, usando a liberdade de expressão como escudo para a propaganda política desavergonhada?

Band Jornalismo

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PF faz buscas para apurar vazamento de dados da Receita de ministros do STF e parentes

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) cumpriu nesta terça-feira (17) quatro mandados de busca e apreensão que miraram servidores públicos em três estados.

Segundo a PF, os mandados foram cumpridos a partir de representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ação da PF ocorreu em meio à investigação que apura possíveis vazamentos de dados da Receita Federal envolvendo autoridades.

Os investigadores buscam saber, por exemplo, como funcionários da Receita quebraram ilegalmente sigilo de ministros do Supremo e de parentes deles sem aval.

Ainda segundo a PF, além das buscas, foram determinadas medidas cautelares. Entre elas, estão:

Em menos de 24h, oposição anuncia ao menos 12 ações judiciais sobre desfile pró-Lula

 


Foto: Ricardo Stuckert

A homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Sambódromo da Marquês de Sapucaí desencadeou uma reação imediata da oposição. Um dia após o desfile, partidos e parlamentares anunciaram uma ofensiva judicial com ao menos 12 ações questionando o evento.

As iniciativas apontam possíveis práticas de propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder político e econômico, uso indevido de recursos públicos e até discriminação religiosa contra evangélicos retratados no enredo. As medidas devem alcançar tanto a Justiça Eleitoral quanto outros órgãos de controle.

Ações anunciadas

  • Partido Novo informou que pedirá a inelegibilidade de Lula por abuso de poder político e econômico, sob alegação de uso de recursos públicos para promoção pessoal. A ação será apresentada após eventual registro de candidatura, previsto para o segundo semestre de 2026.

  • Partido Liberal anunciou “providências cabíveis” e deve ingressar com ação de investigação judicial eleitoral por propaganda antecipada, abuso dos meios de comunicação e uso indevido de recursos públicos.

  • O senador Flávio Bolsonaro afirmou que protocolará ação contra o que chamou de “crimes do PT na Sapucaí com dinheiro público”.

  • O deputado Zucco disse que há indícios de promoção eleitoral antecipada e estuda medidas junto à Justiça Eleitoral e órgãos de controle.

  • O senador Rogério Marinho afirmou que acionará a Justiça Eleitoral para apurar possível abuso de poder político e uso de estruturas públicas.

  • O deputado Nikolas Ferreira declarou que, caso Lula oficialize candidatura em 2026, ingressará com ação por abuso de poder político e econômico.

  • Nikolas também anunciou denúncia ao Ministério Público por improbidade administrativa.

  • O senador Magno Malta disse ter protocolado representação no Tribunal Superior Eleitoral contra a escola Acadêmicos de Niterói, alegando caráter político-eleitoral do desfile.

  • O PL informou que pedirá ao TSE a abertura das contas da escola para apurar possível financiamento por empresários com contratos com o governo federal.

  • Magno Malta também acionou a Procuradoria-Geral da República por suposta discriminação religiosa, citando uma ala que teria retratado evangélicos de forma vexatória.

  • O deputado Rodolfo Nogueira apontou possível violação ao Código Penal por escarnecimento público por motivo de crença religiosa.

  • O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que pretende levar à Justiça a representação de evangélicos no desfile.

O desfile

Com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a apresentação narrou a trajetória de Lula desde Garanhuns, passando pela vida sindical em São Paulo até a chegada ao Planalto.

O presidente acompanhou o desfile no camarote oficial ao lado do prefeito Eduardo Paes, ministros e aliados. O enredo também trouxe críticas a adversários políticos, incluindo referências aos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Outro lado

Em nota, o Partido dos Trabalhadores afirmou que o samba-enredo é expressão legítima da liberdade artística e cultural garantida pela Constituição. A legenda nega participação, financiamento ou coordenação do desfile e sustenta que não houve pedido de voto, afastando a caracterização de propaganda eleitoral antecipada.

Com informações de CNN Brasil

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Legalidade não é tudo: quando o debate público exige consciência social, educação e respeito à crítica

Nos últimos dias, a Câmara Municipal de Currais Novos foi palco de um debate que vai além da concessão de benefícios aos vereadores. O episódio trouxe à tona uma discussão ainda mais profunda: o respeito ao direito de questionar, criticar e participar do debate público.

Durante a sessão, vários vereadores se manifestaram sobre o tema, mas dois se destacaram ao afirmar publicamente que votam favoravelmente a qualquer benefício destinado aos próprios parlamentares, desde que esteja dentro da lei. As falas reforçaram a legalidade das decisões tomadas pela Casa.

Do ponto de vista jurídico, o argumento é válido.
Do ponto de vista democrático e social, ele é insuficiente.

A política não pode ser reduzida ao que a lei permite. A legalidade é o ponto de partida, não o ponto de chegada. O mandato parlamentar exige também análise de prioridades, sensibilidade social e responsabilidade moral, especialmente em um cenário de dificuldades enfrentadas por grande parte da população.

Quando um vereador declara voto antecipado e automático para benefícios próprios, mesmo que legais, surge um problema grave: o enfraquecimento do papel representativo do mandato. Vereador não foi eleito para votar pensando primeiro no próprio cargo, mas para representar o interesse coletivo.

Outro aspecto preocupante do debate foi a forma como críticas feitas por blogs e cidadãos foram tratadas. Em sua fala, o vereador e professor chegou a desqualificar blogueiros, sugerindo que alguns não teriam formação ou estudos suficientes para opinar sobre o tema.

Como professor e estudante de jornalismo, faço aqui uma ponderação necessária.

A educação ensina exatamente o contrário:
👉 o pensamento crítico não é privilégio de quem tem diploma.
👉 a cidadania não exige certificado para existir.

O direito de questionar o poder público é universal. Blogs locais, independentemente do nível acadêmico de seus autores, exercem um papel legítimo ao levantar debates, refletir indignações populares e ampliar vozes que muitas vezes não encontram espaço institucional.

Desqualificar críticas com base na escolaridade de quem as faz não eleva o debate. Enfraquece a democracia.

É importante reconhecer ações sociais desenvolvidas por parlamentares, que merecem respeito. No entanto, iniciativas pessoais não substituem a responsabilidade institucional, nem anulam a necessidade de critérios claros, empatia social e a prudência no uso do voto, principalmente quando este pode trazer algum benefício próprio.

Questionar decisões não é atacar vereadores.
Criticar benefícios não é desrespeitar a Câmara.
Debater é parte essencial da democracia.

Legalidade é o piso da política, não o teto. A população espera mais do que decisões corretas no papel; espera escuta, respeito e compromisso com a realidade social do município.

Por isso, a pergunta central permanece: é justo ampliar benefícios de quem já possui estabilidade, enquanto grande parte da população enfrenta dificuldades?

Currais Novos merece um debate político mais elevado, menos corporativista e mais aberto à crítica. A democracia se fortalece quando o poder público aceita o questionamento — não quando tenta desqualificá-lo.


Sidney Araújo

Professor | Estudante de Jornalismo
Editor do Blog de Currais Novos



Carlos diz que Bolsonaro passou mal e está sendo monitorado

Foto: Alan Santos/PR

O ex-presidente Jair Bolsonaro passou mal na tarde desta segunda-feira (16) enquanto cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e precisou ser monitorado por equipe médica. A informação foi divulgada por seu filho, o ex-vereador Carlos Bolsonaro.

 

Segundo Carlos, Bolsonaro teve um novo episódio de mal-estar e segue sob observação. Pouco depois, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que o ex-presidente apresentou pico de pressão e tontura, sendo atendido pelo médico de plantão. De acordo com apuração da CNN Brasil, não houve necessidade de ajuste na medicação.

Bolsonaro está detido em uma ala conhecida como “Papudinha”, sob responsabilidade da Polícia Militar do Distrito Federal. Na última semana, sua defesa solicitou ao Supremo Tribunal Federal a conversão da pena em prisão domiciliar, alegando risco à vida do ex-presidente.

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VÍDEO: Tarcísio de Freitas destaca trechos do desfile em homenagem a Lula que configuram ‘propaganda política’ e compara com casos de Bolsonaro

 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comparou o desfile que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval carioca com os casos que levaram às condenações na Justiça Eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo Tarcísio, nas eleições de 2022, o Brasil viu uma postura muito dura em relação a Bolsonaro. O governador citou dois episódios que levaram à inelegibilidade do ex-presidente: a reunião de embaixadores e a comemoração do bicentenário da Independência do Brasil.

“Pois bem, se o desfile de ontem não foi propaganda antecipada, o que será então? Por que não haverá o mesmo rigor agora? E não havendo, quanto elásticas serão as interpretações a partir desse momento”, questionou o ex-ministro de Bolsonaro.

Tarcísio criticou o uso de jingle do PT no enredo e menções a bandeiras de campanha. O governador ainda classificou a apresentação como “propaganda política descarada” e “desrespeito aos evangélicos”.

“Tá valendo tudo. E nesse vale tudo, quem é que perde? Perde o Brasil. Perde a oportunidade de investigar o motivo da nossa estagnação. Perdem-se oportunidades uma atrás da outra”, criticou.

Tarcisio ainda ironizou ao afirmar que sentiu falta no desfile de algumas alas, como “a ala os Correios faliram e o Lula não viu” e da “ala dos roubados do INSS”.

Intitulado “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, o desfile da Acadêmicos de Niterói contou a história do presidente Lula desde a saída de Garanhuns, no agreste de Pernambuco, sua vinda para São Paulo com a família, os tempos de líder sindical e sua chegada ao Planalto.

O jurídico do PT divulgou, na tarde desta segunda-feira (16), uma nota na qual contestam as críticas de que o presidente, o partido e o governo infringiram a legislação eleitoral durante o desfile da Niterói.

CNN Brasil

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VÍDEO: A sonora vaia para Fátima Bezerra no Carnaval de Caicó

 

A governadora do RN Fátima Bezerra foi bastante vaiada pelos foliões do Carnaval de Caicó na noite desta segunda-feira (16).

As vaias começaram tão logo Fátima teve seu nome anunciado e se intensificaram no momento em que se pediu uma salva de palmas para a governadora.

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16 fevereiro 2026

Rogério Marinho diz que desfile de escola de samba foi transformado em palanque político a favor de Lula

 

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho, criticou em nota divulgada nesta segunda-feira (16), o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói que homenageou o presidente Lula.

Para Rogério, o desfile foi transformado em palanque político a favor de Lula com nítido viés eleitoral, ferindo o equilíbrio democrático.

Rogério disse também que se qualquer outro agende público promovesse algo parecido a reação institucional seria imediata e alertou que “a lei não pode ter destinatário escolhido”.

O senador garantiu ainda que adotará as medidas judiciais cabíveis para apurar eventual abuso de poder político.

Leia a íntegra da nota abaixo:

NOTA PÚBLICA

O desfile de escola de samba transformado em palanque político a favor do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassa todos os limites do razoável.

Instrumentalizar um desfile — que deveria ser espaço de manifestação artística — para promover autoridade pública, com nítido viés eleitoral, afronta a ética, o equilíbrio democrático e o princípio da isonomia.

Quando um espetáculo de alcance nacional é utilizado para exaltação política de quem está no exercício do poder, cria-se evidente desequilíbrio na disputa democrática. Se qualquer outro agente político promovesse ato semelhante, a reação institucional seria imediata. A lei não pode ter destinatário escolhido.

Não aceitaremos a normalização do uso indireto de eventos culturais de grande projeção como instrumento de promoção pessoal e eleitoral. Adotaremos todas as medidas judiciais cabíveis, com a provocação da Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas que deveriam servir a todos os brasileiros.

Pelo bem da democracia e em respeito ao princípio da igualdade de condições entre candidatos, esperamos que, constatadas irregularidades, sejam aplicadas as sanções previstas na legislação.

Brasília, 16 de fevereiro de 2026.

Rogério Marinho
Senador da República
Líder da Oposição no Senado

NOTA DE FALECIMENTO DA PROFESSORA E EX-FUNCIONÁRIA DA COSERN "SALATE CABRAL".

 

Recebemos uma triste noticia, NOTA de falecimento da professora e ex-funcionaria da COSERN, SALETE CABRAL, nossos sentimentos a familia, que o Salvador do Mundo Jesus Cristo possa confortar e família.




Primeiro lote do PIS/Pasep libera R$ 2,5 bilhões para trabalhadores; veja calendário

 


O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, relativo ao ano-base 2024, tem início nesta segunda-feira (16). Nesta etapa inicial, recebem os trabalhadores nascidos em janeiro.

O benefício pode chegar ao valor de um salário mínimo e é destinado tanto a empregados da iniciativa privada (PIS) quanto a servidores públicos (Pasep) que cumpram os critérios do programa. Para ter direito, é necessário ter recebido, em 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, cerca de 2 milhões de pessoas nascidas em janeiro serão contempladas neste primeiro lote, que movimentará aproximadamente R$ 2,5 bilhões.

A previsão total para 2026 é de 26,9 milhões de trabalhadores beneficiados, somando R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

Quem possui conta na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil terá o crédito feito automaticamente.

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Brasil “Crimes do PT”: Flávio diz que acionará TSE contra desfile sobre Lula


 Foto: Hugo Barreto

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que vai acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o desfile que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite desse domingo (15/2), na Marquês de Sapucaí, no Rio.

O filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou o que chamou de “ataques pessoais” ao ex-mandatário e à instituição “família”, em referência a alegorias presentes na apresentação da Acadêmicos de Niterói.

“Nossa ação contra os crimes do PT na Sapucaí, com dinheiro público, será protocolada rapidamente no TSE! Além dos ataques pessoais a Bolsonaro, eles atacaram o maior projeto de Deus na Terra: a família! Vamos vencer o mal com o bem!”, escreveu o parlamentar nas redes sociais.
O desfile da agremiação de Niterói retratou os ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro, adversários políticos de Lula. Bolsonaro é referenciado em dois momentos: na comissão de frente, vestido como palhaço usando uma faixa presidencial, e ao final da apresentação, como palhaço Bozo, preso e utilizando uma tornozeleira eletrônica danificada.

Outro elemento do desfile que causou polêmica foi a ala “neoconservadores em conserva”, cuja fantasia trazia uma lata de conserva com o desenho de uma família formada por um homem, uma mulher e dois filhos. Segundo a escola, a alegoria simboliza o grupo que atua em oposição a Lula.

A fantasia também trouxe variações de elementos para representar grupos que “levantam a bandeira do neoconservadorismo”, de acordo com a agremiação. “São eles: os representantes do agronegócio (na figura de um fazendeiro), uma mulher de classe alta (perua), os defensores da ditadura militar e os grupos religiosos evangélicos”, diz a escola no livro abre-alas.

Metrópoles

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Federação alerta para impacto de R$ 180 bilhões com fim da escala 6×1

 

                                                                          Foto: Reprodução

Uma proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, gerando intensos debates sobre seus impactos econômicos.

Segundo Antônio Carlos Vilela, vice-presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), a mudança pode resultar em um custo estimado de R$ 180 bilhões anuais para a economia brasileira.

Em entrevista à CNN Brasil, Vilela contextualizou que, embora a redução da jornada de trabalho seja uma tendência natural em países desenvolvidos, é questionável se o Brasil está preparado para implementar essa mudança no momento atual.

“Em todo o país desenvolvido, bem-sucedido, é natural que se reduza a jornada de trabalho com o decorrer dos anos. O que nós, na Federação da Indústria, em todo o sistema da indústria, estamos questionando é se o Brasil chegou neste momento”, afirmou.

O representante da Firjan apontou diversos fatores que tornam o cenário brasileiro desfavorável para essa discussão: o ano eleitoral que favorece propostas populistas, a crise fiscal iminente, a baixa produtividade da indústria brasileira em comparação com outros países, os juros elevados e a escassez de mão de obra qualificada. “Como nós podemos distribuir vantagens ou reduzir carga de trabalho em um país que é considerado de baixa produtividade?”, questionou.

CNN

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