25 outubro 2026

Flávio Bolsonaro diz que vai pedir anulação do segundo turno das eleições

Candidato do PL classificou o resultado como “inaceitável” e questionou decisão do STF que prorrogou o horário de votação até as 19h.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, na noite deste domingo (25), que pretende pedir a anulação do segundo turno das eleições de 2026. Derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o candidato classificou o resultado como “inaceitável” e anunciou que seu grupo político acionará o departamento jurídico para contestar o pleito.

Em declaração após a divulgação do resultado, Flávio criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prorrogação do horário de votação até as 19h, em razão de problemas no deslocamento de eleitores para os locais de votação.

Para o senador, a medida teria alterado as regras durante o processo eleitoral e prejudicado a igualdade entre os candidatos.

“É impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram”, declarou Flávio, segundo reportagem da Tribuna do Norte.

Questionamentos sobre a apuração

O candidato também alegou que fiscais do Partido Liberal (PL) teriam sido retirados da sala-cofre durante os acontecimentos relacionados à prorrogação da votação. Ele afirmou que pretende buscar esclarecimentos sobre o procedimento.

Até o momento retratado pela reportagem, a iniciativa de pedir a anulação havia sido anunciada pelo candidato. O pedido, por si só, não significa que o resultado eleitoral tenha sido anulado ou que existam irregularidades comprovadas.

Entenda a decisão sobre o horário de votação

Segundo a reportagem da Tribuna do Norte, o ministro Cristiano Zanin determinou a extensão do horário de votação por duas horas, até as 19h, após receber informações sobre dificuldades de deslocamento de eleitores.

A decisão determinou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotasse as providências necessárias para cumprir a medida em todas as seções eleitorais do país.

A sala-cofre do TSE, citada por Flávio, é o espaço onde são centralizados dados relacionados à apuração e à totalização dos votos, além de informações e sistemas ligados ao processo eleitoral.

O que acontece agora?

A contestação anunciada por Flávio Bolsonaro deverá seguir os caminhos jurídicos cabíveis. Eventuais questionamentos precisarão ser examinados pelas autoridades competentes, que avaliarão os argumentos e as provas apresentados.

O resultado oficial divulgado pela Justiça Eleitoral permanece válido até que haja eventual decisão judicial em sentido contrário.

O Blog de Currais Novos continuará acompanhando os desdobramentos do caso e as manifestações das autoridades eleitorais.

Fonte: Tribuna do Norte — reportagem publicada em 25 de outubro de 2026.

Blog de Currais Novos — Informação, política e cidadania.

Cadu de Lula é eleito governador do RN: o que Currais Novos e o Seridó podem esperar do novo governo?

Governador eleito terá desafios nas áreas de saúde, segurança, educação, infraestrutura e equilíbrio das contas públicas; população espera que as promessas de campanha se transformem em melhorias concretas.

Por Sidney Araújo | Blog de Currais Novos

O Rio Grande do Norte inicia uma nova etapa política após a eleição de Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu de Lula (PT), para o Governo do Estado. O resultado foi confirmado neste domingo (25), no segundo turno das eleições de 2026, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com os números oficiais, em Currais Novos, Cadu de Lula recebeu 15.173 votos, correspondentes a 59,81%, enquanto Allyson Bezerra obteve 10.197 votos, equivalentes a 40,19%.

No resultado estadual, Cadu de Lula recebeu 1.073.024 votos (50,77% dos votos válidos), enquanto Allyson Bezerra (União Brasil) obteve 1.040.399 votos (49,23%). A diferença entre os dois candidatos foi de 32.625 votos.

A vitória representa a continuidade do grupo político do PT no comando do estado, iniciado em 2019, durante o governo de Fátima Bezerra. Agora, o desafio será transformar o apoio recebido nas urnas em resultados concretos para a população potiguar.

Para Currais Novos e os demais municípios do Seridó, a expectativa é que o novo governo dê atenção especial aos problemas históricos da região, principalmente nas áreas de saúde, abastecimento de água, recuperação das estradas, segurança pública e geração de emprego e renda.

Saúde: um dos principais desafios para o Seridó

A saúde pública deverá estar entre as áreas mais cobradas pela população. A dificuldade de acesso a consultas especializadas, exames e cirurgias, além da necessidade de melhorar a estrutura dos hospitais regionais, afeta diretamente quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS).

No plano de governo apresentado por Cadu, estão previstas medidas para fortalecer a rede pública de saúde, integrar os serviços de atendimento, melhorar a regulação de consultas e exames e ampliar o acompanhamento dos pacientes.

Para Currais Novos, a expectativa é que essas propostas resultem em mais agilidade no atendimento, redução das filas e melhores condições de funcionamento das unidades de saúde que atendem a população do Seridó.

Outro ponto importante será a articulação entre o governo estadual e os municípios para ampliar a oferta de especialistas e reduzir a necessidade de deslocamentos frequentes para Natal e outros centros de referência.

Entretanto, a população precisará acompanhar como essas propostas serão executadas, quais recursos serão destinados e quais metas serão estabelecidas para a região.

Abastecimento de água e convivência com a seca

A segurança hídrica continua sendo uma das questões mais importantes para o Seridó potiguar. A irregularidade das chuvas, a dependência de reservatórios e a necessidade de ampliar a infraestrutura de abastecimento tornam o tema estratégico para o desenvolvimento regional.

O plano de governo de Cadu prevê ações relacionadas à integração de reservatórios, canais e adutoras, além da redução de perdas no sistema de abastecimento e do fortalecimento da capacidade de resposta às secas.

Para Currais Novos, será fundamental saber como essas diretrizes serão transformadas em investimentos e obras capazes de melhorar a segurança do abastecimento de água para as famílias, o comércio, a agricultura e a atividade econômica.

A população espera que o novo governo trabalhe em parceria com o Governo Federal, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) e as prefeituras para ampliar a segurança hídrica e reduzir a vulnerabilidade dos municípios em períodos de estiagem.

Dólar futuro supera R$ 5,50 e ETF ligado ao Ibovespa recua após vitória de Lula

Movimentos foram registrados em mercados internacionais na noite de domingo; cotação do dólar futuro não corresponde ao dólar comercial negociado no Brasil.

O dólar futuro chegou ao equivalente a R$ 5,51, enquanto o ETF EWZ, que reúne ações brasileiras e é negociado nos Estados Unidos, caía 17,75% no chamado overnight. A movimentação ocorreu após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial deste domingo (25), segundo reportagem publicada pelo UOL.

Às 22h43, horário de Brasília, o EWZ era negociado a US$ 35,03, ante US$ 42,59 no fechamento de sexta-feira. Já na Bolsa de Tóquio, um fundo que acompanha o Ibovespa recuava 14,37%, para 280 ienes, às 22h40.

No mercado futuro da CME, em Chicago, o real chegou a cair 9,97%, levando o dólar a um valor equivalente a R$ 5,56 em um contrato com vencimento em novembro. Em outro registro, realizado às 21h04, a cotação equivalia a R$ 5,5127 por dólar.

Cotação não é a do dólar comercial

Os valores divulgados são de contratos negociados no mercado futuro internacional e não representam a cotação do dólar comercial no Brasil. Esse mercado permite que investidores se posicionem antes da abertura dos negócios brasileiros.

O UOL informou que a reação nos mercados internacionais antecipa uma possível correção nos preços dos ativos brasileiros. A reportagem também destacou que parte dos analistas esperava uma valorização dos ativos caso Flávio Bolsonaro (PL) vencesse a eleição, após o desempenho do candidato no primeiro turno.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 98,27% das seções apuradas, Lula tinha 51,75% dos votos válidos, contra 48,25% de Flávio Bolsonaro. A diferença, de 4,25 milhões de votos, já não poderia ser revertida naquele momento, de acordo com a publicação.

Analista prevê volatilidade

Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, afirmou ao UOL que a mudança no resultado esperado pelo mercado pode levar investidores a rever posições e provocar oscilações na Bolsa, no câmbio e nos juros futuros. Ele também apontou a possibilidade de pressão sobre os títulos públicos brasileiros.

A Suno avalia que o próximo governo poderá adotar medidas de contenção de gastos menos intensas do que as esperadas em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. A instituição projeta crescimento de aproximadamente 1,3% para a economia brasileira em 2027, mas prevê inflação mais persistente e menos espaço para cortes da taxa básica de juros.

Sung também avaliou que o dólar poderia permanecer próximo de R$ 5,40 em 2027. Segundo ele, o desempenho dos mercados dependerá das medidas econômicas anunciadas pelo governo.

Fonte: reportagem do UOL, publicada em 25 de outubro de 2026.

Cadu de Lula é eleito governador do Rio Grande do Norte após disputa apertada com Allyson Bezerra

Petista venceu o segundo turno com 50,77% dos votos válidos e governará o estado pelos próximos quatro anos.

O Rio Grande do Norte terá um novo governador a partir de 2027. Cadu de Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi eleito neste domingo (25) após vencer Allyson Bezerra, do União Brasil, em uma disputa acirrada pelo Governo do Estado.

De acordo com os números divulgado pela Tribuna do Norte, Cadu de Lula recebeu 1.073.024 votos, correspondentes a 50,77%, enquanto Allyson Bezerra obteve 1.040.399 votos, equivalentes a 49,23%. A diferença entre os dois candidatos foi de 32.625 votos.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou Cadu de Lula matematicamente eleito às 21h08, conforme a reportagem.

Trajetória e desafios do novo governador

Antes de disputar o Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula ocupou o cargo de secretário estadual da Fazenda na gestão da governadora Fátima Bezerra. Ele deixou a função no final de março para concorrer ao Executivo estadual.

Com a vitória, o novo governador terá pela frente o desafio de administrar o estado pelos próximos quatro anos, em meio às demandas da população nas áreas de saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e geração de emprego e renda.

Abstenção diminuiu no segundo turno

A votação deste domingo também registrou aumento no comparecimento dos eleitores potiguares. Segundo os dados publicados pela Tribuna do Norte, 2.229.510 eleitores compareceram às urnas no segundo turno, 58.497 a mais do que no primeiro turno, realizado em 4 de outubro.

A abstenção caiu de 18,39% no primeiro turno para 16,07% no segundo. Também houve redução nos votos brancos e nulos.

Disputa decidida por margem estreita

O resultado demonstra o equilíbrio da disputa eleitoral no Rio Grande do Norte. Cadu de Lula venceu com uma vantagem de pouco mais de 32 mil votos, em uma eleição marcada pela divisão do eleitorado entre os dois candidatos.

A expectativa agora se volta para a formação da equipe de governo e para as primeiras medidas que serão anunciadas pelo governador eleito.

Fonte: Tribuna do Norte — reportagem publicada em 25 de outubro de 2026.

Blog de Currais Novos — informação e notícia a serviço da população.

Lula é reeleito presidente após disputa apertada com Flávio Bolsonaro

Com 99,99% das urnas apuradas, petista tinha 51,78% dos votos válidos; Flávio Bolsonaro não reconheceu o resultado e afirmou que pretende contestá-lo.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), ao vencer o segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A vitória representa o quarto mandato de Lula na Presidência, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.

Com 99,99% das urnas apuradas, Lula tinha 51,78% dos votos válidos, ante 48,22% de Flávio. De acordo com a Folha, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou o resultado às 21h10.

Flávio Bolsonaro não reconheceu a derrota e disse que pretende contestar o resultado. Conforme a reportagem da Folha, o senador alegou que houve irregularidade relacionada à decisão de prolongar a votação em razão de problemas no transporte público. O texto informa que ministros de cortes superiores descartaram a possibilidade de anulação do pleito.

Virada no segundo turno

Lula havia terminado o primeiro turno atrás de Flávio, que obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista. No segundo turno, a apuração foi apertada, com os candidatos alternando a liderança, segundo a Folha.

A reportagem atribui parte da virada à redução da abstenção: o índice, que havia sido de 21,08% no primeiro turno, caiu para 19,11% no domingo. O texto também aponta o desempenho de Lula em Minas Gerais e no Nordeste como fatores importantes para o resultado.

Com a reeleição, Lula deverá iniciar um novo mandato em janeiro. A Folha observa que o presidente eleito terá pela frente desafios políticos e econômicos, entre eles a articulação com o Congresso e as tensões envolvendo o Judiciário.

Fonte: reportagem de Igor Gielow publicada pela Folha de S.Paulo em 25 de outubro de 2026, com atualização às 22h53.

[ACOMPANHE AO VIVO] BLOG DO BG e 96FM juntos na cobertura do 2º turno das eleições

 


A partir das 11h, acompanhe nossa cobertura especial com informação ao vivo, análises e toda a movimentação do dia, do voto dos candidatos à apuração dos resultados.

Bruno Giovanni e Ênio Sinedino comandam a transmissão, com os comentários de Bruno Araújo, Gustavo Negreiros, Luis Henrique e Suzy Noronha.

Fique ligado no BLOG DO BG e na 96FM!

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro vota no Rio e diz que chegou a hora da ‘mudança de verdade’

 

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), votou na manhã deste domingo na Escola Municipal Barão Homem de Mello, na Vila Isabel, Rio de Janeiro. Flávio votou por volta das oito horas, acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro. Logo depois, o senador conversou com os jornalista e saudou apoiadores que o esperavam na porta do local de votação.

“Chegou a hora da mudança de verdade, foi assim no primeiro turno e que seja no segundo. O Brasil não aguenta mais quatro anos do jeito que está, a vida de todo mundo piorou. Então, não tem porque continuar insistindo no erro”.

Ele ainda insistiu para que eleitores não deixem de votar “faça chuva ou faça sol”. Isso, porque, as regiões Sudeste e Sul têm previsão de fortes chuvas ao longo do dia.

Após votar no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro volta a Brasília para acompanhar o restante da votação junto de familiares na casa que utilizou como “QG de campanha” na capital federal. Durante a apuração, o senador deve ter a companhia do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), reeleito ao governo de São Paulo, e o prefeito paulistano Ricardo Nunes (MDB-SP).

Veja

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Bloco 22 em Parnamirim reúne nova multidão em apoio a Flávio Bolsonaro na véspera da eleição

 

Foto: Divulgação

Uma verdadeira multidão participou na noite deste sábado (24), véspera das eleições, do Bloco 22 pelas ruas de Parnamirim. O movimento reuniu milhares de pessoas que se vestiram de verde e amarelo e lotaram toda a marginal da BR 101.

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PODERDATA/AYA: Flávio tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula

 

                                             Fotos: EPA/Shutterstock/Reuters.

Uma pesquisa eleitoral do PoderData/Aya divulgado neste domingo (25) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O estudo foi realizado entre os dias 23 e 24 de outubro, antecedendo a votação do segundo turno.

Como os dois candidatos estão separados por dois pontos percentuais e a margem de erro do estudo sendo de 1,6 ponto percentual, o cenário configura um empate técnico no limite da margem. O resultado nas intenções de votos válidos mantém a mesma pontuação registrada na sondagem anterior do instituto, divulgada na quinta-feira (22).

A amostragem abrangeu repercussões dos últimos acontecimentos políticos da campanha, incluindo o debate final promovido na sexta-feira (23), as estratégias de comunicação e a mobilização adotadas pelas duas candidaturas na semana decisiva.

No início do segundo turno, a primeira medição do instituto indicava uma vantagem de seis pontos percentuais para o candidato do PL. Ao longo das semanas seguintes, a diferença diminuiu, registrando momentos de igualdade numérica antes de chegar à pontuação divulgada no dia da eleição.

Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 4.000 entrevistas em 914 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,6 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-02828/2026.

Para chegar a 4.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData/Aya faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Com informações do Poder360

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24 outubro 2026

Flávio Bolsonaro encerra campanha com atos no Rio e em Belo Horizonte

Candidato participou de mobilizações ao lado de aliados; estimativa de público no Rio não será divulgada por organizações que fazem contagens de manifestações

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) encerrou a campanha neste sábado (24) com atos em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Na capital fluminense, apoiadores ocuparam a Praça do Ó e parte da orla da Barra da Tijuca. Em Minas Gerais, o candidato participou de uma motociata e percorreu um trecho da cidade em um trio elétrico.

No Rio, a concentração começou às 14h, e Flávio chegou por volta das 16h. Em seguida, os participantes caminharam por menos de um quilômetro até o condomínio Vivendas da Barra, onde a família Bolsonaro tem uma residência, segundo a Folha de S.Paulo.

A mobilização contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL). Apoiadores levaram bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, cartazes com a frase “Fora PT” e caixões vermelhos de papelão com adesivos do Partido dos Trabalhadores.

Atos também reuniram aliados em Belo Horizonte

Pela manhã, Flávio participou de um ato em Belo Horizonte. Ele chegou à Praça do Papa por volta das 11h40 e seguiu em um trio elétrico até a Praça da Liberdade, acompanhado por uma motocarreata.

Entre os presentes estavam Nikolas Ferreira, o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), e o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Também participaram outros políticos e aliados do candidato.

De acordo com a Folha, algumas pessoas precisaram de atendimento médico em razão do calor e da multidão. O jornal também informou que Flávio não fez discurso no evento, diante das restrições eleitorais vigentes desde sexta-feira (23).

Entidades não divulgarão estimativa de público

O Monitor do Debate Político do Cebrap e a ONG More in Common informaram que não divulgarão estimativa de público para o ato de Flávio no Rio. Segundo as organizações, embora tenham conseguido sobrevoar a manifestação, decidiram não apresentar a contagem para manter isonomia entre os atos políticos realizados no sábado.

A Folha de S.Paulo também relatou mobilizações de apoiadores do candidato em Vitória e Goiânia. À noite, após os atos, Flávio participou de uma transmissão ao vivo com o cantor Gusttavo Lima.

Fonte: Folha de S.Paulo, em reportagem publicada em 24 de outubro de 2026.

Datafolha aponta Flávio Bolsonaro com 51% e Lula com 49% dos votos válidos

Pesquisa divulgada na véspera do segundo turno indica empate técnico; margem de erro é de dois pontos percentuais

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% das intenções de votos válidos para a Presidência, contra 49% do presidente Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24). Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, o resultado configura empate técnico entre os candidatos.

Em números não arredondados, Flávio tem 50,89% e Lula, 49,11% dos votos válidos. O levantamento foi realizado na sexta-feira (23) e neste sábado, com 4.050 eleitores de 124 municípios.

Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, o senador registra 48%, e o presidente, 47%. Outros 3% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 2% disseram estar indecisos.

Na rodada anterior, divulgada na quinta-feira (22), os dois candidatos apareciam com 50% dos votos válidos, em números arredondados. A pesquisa mais recente foi encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09540/2026.

Intenção de voto por região e perfil

O levantamento aponta vantagem de Flávio Bolsonaro no Sudeste, onde aparece com 55% dos votos válidos, ante 45% de Lula. No Sul, o senador tem 65%, contra 35% do presidente.

Lula lidera entre os eleitores do Nordeste, com 67% a 33%, e entre os mais pobres, por 60% a 40%. Entre os jovens de 16 a 24 anos, o presidente também aparece à frente numericamente, com 54%, enquanto Flávio tem 46%.

A pesquisa indica ainda que 95% dos entrevistados afirmam estar certos da escolha, enquanto 5% admitem que ainda podem mudar de voto até a eleição deste domingo (25).

Fonte: Folha de S.Paulo, com base em pesquisa Datafolha encomendada pela Folha e pela TV Globo.

[VÍDEO] Flávio Bolsonaro lota Praça da Liberdade e participa de motociata em Belo Horizonte (MG)

 

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) lotou a Praça da Libertade em Belo Horizonte-MG e participou neste sábado (24) de uma motociata ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e de aliados políticos, entre eles os governadores eleitos Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).

O grupo saiu da Praça do Papa em direção à Praça da Liberdade. Durante o percurso, não houve discursos, pois, segundo Nikolas, as regras eleitorais não permitiam pronunciamentos no último dia de campanha. O deputado comandou o ato com músicas, incluindo “Tchau, Tchau PT”.

Antes da motociata, Flávio gravou um vídeo com Cleitinho, com quem ainda não havia dividido um palanque. Na ocasião, afirmou que não ameaçaria o governador eleito nem os mineiros, em referência a críticas dirigidas a Lula (PT). Também participaram do ato o ex-governador Romeu Zema (Novo) e Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg).

Fonte : Blog ddo BG



[VÍDEO] “SE CORRER O IMPOSTO PEGA, SE FICAR A INFLAÇÃO COME”: Padre faz paródia sobre situação econômica do Brasil e viraliza com mais de 1 milhão de visualizações

 

O padre Francisco de Assis viralizou nas redes sociais ao fazer uma paródia da música Homem com H, eternizada na voz de Ney Matogrosso, para criticar a situação econômica do Brasil governado pelo presidente Lula. O sacerdote é pároco da Paróquia Santa Bernadete, em Brasília.

O vídeo publicado há apenas dois 2 dias já havia ultrapassado a marca de 1,3 milhão de visualizações até a manhã deste sábado (24).

Na versão adaptada, o religioso ironiza a carga tributária e a inflação com o trecho: “Se correr, o imposto pega; se ficar, a inflação come”. No refrão, ele modifica a letra original para fazer um alerta sobre as dificuldades financeiras enfrentadas pelos brasileiros: “Você vai passar fome”.

Fonte > Blog do BG



Lula e Flávio Bolsonaro trocam acusações em último debate antes do segundo turno

Confronto na TV Globo abordou economia, segurança pública, saúde, programas sociais e suspeitas envolvendo o Banco Master

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos à Presidência da República, trocaram acusações e apresentaram propostas em áreas como economia, segurança pública, saúde e infraestrutura durante o último debate antes do segundo turno das eleições de 2026. O encontro foi realizado pela TV Globo na noite de sexta-feira (23), dois dias antes da votação, marcada para domingo (25).

Mediado pelo jornalista César Tralli, o debate teve quatro blocos, três deles com temas definidos e um de tema livre. Os candidatos compararam os governos do PT e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além de discutirem o endividamento das famílias, o combate ao crime organizado e os investimentos em serviços públicos.

Economia e endividamento das famílias

Flávio Bolsonaro criticou o aumento do endividamento, os juros elevados e o custo de vida. Segundo o senador, mais de 80 milhões de brasileiros estariam com contas atrasadas. Ele defendeu medidas para facilitar a renegociação de dívidas, entre elas transformar a Caixa Econômica Federal no chamado “Banco da Prosperidade”.

O candidato também prometeu reajustes do salário mínimo e das aposentadorias acima da inflação, além da manutenção do Bolsa Família.

Lula rebateu as críticas e citou o programa Desenrola, criado para renegociar dívidas. O presidente defendeu a política de valorização do salário mínimo e propôs um leilão de até R$ 150 bilhões para a compra de dívidas bancárias com desconto. Também defendeu o fim das apostas esportivas online, as chamadas bets, por considerar que elas prejudicam o orçamento das famílias.

Segurança pública e propostas para o setor

Na área da segurança, Flávio defendeu o endurecimento das leis penais, incluindo a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e a responsabilização criminal a partir dos 14 anos em casos de estupro. Também propôs penas mais rígidas para roubos de celulares e a classificação de facções criminosas como organizações narcoterroristas.

Lula defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e o fortalecimento da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. O presidente afirmou que pretende criar um Ministério da Segurança Pública caso a proposta seja aprovada.

Um dos momentos de maior tensão ocorreu quando Lula questionou Flávio sobre a defesa de um policial militar acusado de envolvimento na morte da menina Ana Clara, de cinco anos, em 2021, em Niterói, no Rio de Janeiro. Flávio manifestou solidariedade à família e disse acreditar na inocência do policial. Ele também rebateu as acusações de Lula sobre supostas ligações políticas com milicianos.

Banco Master e acusações entre candidatos

No bloco de tema livre, Lula questionou Flávio sobre recursos ligados ao empresário Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master, destinados ao financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro. O presidente mencionou o valor de R$ 134 milhões e cobrou explicações sobre a relação do senador com o empresário.

Flávio negou irregularidades e afirmou que os recursos foram destinados a uma produção privada, sem uso de dinheiro público ou contrapartidas relacionadas ao mandato. O senador também fez acusações contra integrantes do governo Lula, mencionando supostas tentativas de direcionar investimentos de fundos de pensão ao Banco Master. O presidente contestou as declarações.

Lula ainda questionou Flávio sobre uma disputa judicial envolvendo uma ilha em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, relacionada ao jogador Richarlison. O candidato do PL negou irregularidades e afirmou que o caso já havia sido decidido definitivamente pela Justiça.

Saúde, infraestrutura e ataques pessoais

Ao tratar da saúde, Flávio criticou filas para consultas, dificuldades de acesso a tratamentos e falta de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Ele defendeu melhorias na gestão e na estrutura da rede pública.

Lula destacou investimentos realizados durante seu governo e voltou a questionar a atuação de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19, especialmente nas negociações para a compra de vacinas. O presidente também mencionou uma suposta reunião envolvendo Flávio e empresários durante as tratativas para aquisição da vacina Covaxin. O senador rejeitou as acusações.

Na discussão sobre infraestrutura, Flávio criticou o número de obras públicas paralisadas e prometeu ampliar investimentos em ferrovias, rodovias, concessões e acesso à internet. Lula citou projetos como a Ferrovia Transnordestina e o túnel Santos-Guarujá.

O debate também teve ataques pessoais. Em um dos momentos, Flávio fez referência à perda de um dedo da mão esquerda de Lula em um acidente de trabalho. O senador pediu desculpas após a declaração. Nas considerações finais, Lula voltou a fazer acusações sobre supostas ligações de Flávio com milícias, negadas pelo senador, que recebeu direito de resposta. Os dois terminaram pedindo votos para o segundo turno.

Fonte: reportagem da Tribuna do Norte, publicada em 24 de outubro de 2026.

TIAGO PAVINATTO: Flávio vence Lula no debate da Globo por 9 a 1

Foto: Reprodução/TV Globo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi melhor do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último debate da Globo e  venceu por 9 a 1. A avaliação é do comentarista do portal Metrópoles, Tiago Pavinatto, que analisou o desempenho dos presidenciáveis no confronto televisivo desta sexta-feira (23).

O desempenho de Flávio Bolsonaro: Nota 9

A avaliação positiva do desempenho de Flávio Bolsonaro divide-se em dois principais aspectos:

Oratória (7 pontos): Destacou-se pela correção gramatical, linguagem acessível, vocabulário respeitoso, fluidez, dicção, tom de voz adequado, pertinência temática e boa organização cronológica.

Postura (2 pontos): Atribuídos à conduta paciente e pacífica adotada ao longo do confronto.

A nota máxima não foi alcançada devido ao uso recorrente de promessas, expressão comum em debates de segundo turno, mas vista como um excesso. A análise aponta que, embora tenha começado de forma desfavorável, o senador corrigiu o tom rapidamente, abandonando o estilo de preleção inicial inspirado na oratória de Tarcísio de Freitas.

O desempenho de Lula: Nota 1

Por outro lado, a avaliação da performance do presidente Lula foi severamente criticada, recebendo nota mínima quase exclusiva pelo vigor físico demonstrado aos 81 anos, o que evidenciaria plena aptidão física e mental para a disputa.

Fora o aspecto físico, o desempenho foi classificado como deficitário. Entre as críticas apontadas estão a má administração do tempo de fala, recurso que dominava em 2022, o descumprimento de regras de regionalidade no primeiro bloco (com o uso de menções genéricas a regiões como o Sudeste e o Rio Grande do Sul), além de interferências na tréplica do adversário com novas indagações e o uso repetitivo da frase “ele não respondeu”.

O texto crítico também aponta falhas gramaticais, o uso de ofensas em tom agressivo e um discurso considerado fragmentado e hesitante.

Com informações do Metrópoles

Fonte > Blog do BG