O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve receber alta nesta segunda-feira (4) após passar por cirurgia no ombro direito. Segundo informações médicas, ele apresentou boa evolução clínica, mas retorna para casa, em Brasília, onde segue em prisão domiciliar por decisão do STF.
De acordo com boletim médico, Bolsonaro foi submetido a um procedimento para correção de lesões no manguito rotador do ombro direito. A cirurgia, realizada na última sexta-feira (1º), durou cerca de cinco horas e transcorreu sem intercorrências.
Esta é a segunda cirurgia recente de Bolsonaro, que acumula diversas internações desde o ano passado. A anterior, segundo informações médicas, ocorreu em razão de um quadro de broncopneumonia bacteriana.
Após a alta, Bolsonaro retorna ao condomínio onde reside, em Brasília, e permanece em prisão domiciliar dentro do prazo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O ex-ministro do STF Nelson Jobim afirmou que a Corte passou a atuar como uma “soma de individualidades” e perdeu liderança institucional. Segundo ele, que também já presidiu o STF, houve mudança no comportamento dos ministros ao longo dos anos.
Jobim afirmou que a atuação passou a ser mais individualizada, com menor alinhamento entre os integrantes da Corte, conforme informações da CNN.
O ex-ministro afirmou que a TV Justiça, criada como instrumento de transparência, acabou estimulando a exposição pessoal dos magistrados. “O problema de ser visto criou essas ilhas individualizadas”, disse.
De acordo com o relato, em períodos anteriores, os votos eram mais objetivos e havia maior convergência entre os ministros. Ele citou que era comum acompanhar o relator sem longas manifestações individuais.
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, neste domingo (3), um alerta amarelo de acumulado de chuvas abrangendo Natal e mais 110 municípios do Rio Grande do Norte. O aviso é válido para toda a próxima terça-feira (5), começando à meia-noite e seguindo até o fim do dia.
De acordo com o órgão, a previsão é de chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 mm por dia. Embora o risco de grandes alagamentos e deslizamentos seja considerado baixo neste nível de alerta, a atenção deve ser redobrada em cidades que possuem áreas de risco mapeadas.
Recomendações de segurança
Para evitar acidentes durante o período de chuvas, o Inmet e a Defesa Civil recomendam:
Evite enfrentar o mau tempo: não tente atravessar ruas alagadas ou áreas inundadas.
Atenção às encostas: moradores de áreas de morro devem observar qualquer alteração ou movimentação de terra.
Eletrônicos: evite usar aparelhos ligados diretamente à tomada durante tempestades com incidência de raios.
Em caso de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é alvo de 4.416.317 processos na Justiça, conforme dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O acúmulo de ações ocorre paralelamente ao grande volume de requerimentos diretamente no órgão, a chamada fila do INSS, que soma 2.793.618 de registros.
Os 4,4 milhões de processos contra o instituto na Justiça foram contabilizados pelo CNJ no Painel INSS até o dia 28 de fevereiro deste ano. Só neste ano, 598.513 novas demandas foram incorporadas, o equivalente a um novo processo a cada 8,5 segundos.
Mais de um terço dos processos na Justiça é decorrente de demandas a respeito de benefício por incapacidade (36,2%). Na sequência, aparecem os temas assistenciais (15,3%), outros (11,3%) e aposentadoria programada (9,2%). Confira os números:
E o volume de processos segue aumentando a cada ano. Entre 2021 a 2025, mais de 975.311 novas demandas chegaram à Justiça, o que provocou uma elevação de 29,1% no período.
O tempo para o primeiro julgamento varia de 206 a 1.179 dias, ou seja, de quase sete meses a 3 anos e 2 meses.
A grande maioria dos processos contra o INSS está protocolada na Justiça Federal (76,7%). Outros 23,2% pertencem à Justiça Estadual, mas também há uma minoria (0,1%) que tramita na Justiça do Trabalho.
Direto no INSS
Outro desafio do INSS é a gestão dos requerimentos feitos diretamente no órgão. Atualmente, há 2.793.618 deles, conforme relatório do Portal da Transparência Previdenciária de março deste ano.
O instituto tinha, em dezembro de 2025, 3,039 milhões de requerimentos em aberto, número que subiu para 3,073 milhões em janeiro e ainda continuou a aumentar em fevereiro: 3,128 milhões. Em março, a fila apresentou a primeira redução e atingiu 2,794 milhões.
Essa fila de requerimentos do INSS é quase metade (47,5%) relacionada a benefício por incapacidade. As demandas relativas a solicitações assistenciais e benefícios de legislação especial (BLE) (28,16%), aposentadorias (12,5%), maternidade (6,8%) e pensões e reclusão (5%).
Na maioria dos casos, o tempo de espera pela perícia é de 45 dias.
Ações para reduzir a fila do INSS
O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, afirmou que o governo já registra avanços na redução da fila do INSS e demonstrou confiança de que os números continuarão caindo com as medidas em andamento.
A presidente do INSS, Ana Cristina Silveira, anunciou o programa Acelera INSS, iniciativa com duração de 90 dias voltada a acelerar o atendimento e reduzir o estoque de pedidos em análise;
A principal meta do programa é diminuir para menos de 400 mil o número de requerimentos com mais de 45 dias de espera.
Segundo a direção do instituto, a iniciativa não se limita à redução da fila, mas prevê uma reorganização operacional, com ajustes em sistemas e definição de prioridades administrativas.
O programa é estruturado em oito eixos, incluindo ações de alto impacto, como a realização de quatro mutirões nacionais até o fim de junho.
Também estão previstas medidas para reforçar a força de trabalho, como a nomeação de 300 assistentes sociais e a solicitação de mais 300 servidores.
O governo ainda planeja a realização de um novo concurso público para a contratação de até 2 mil servidores, como parte da estratégia de longo prazo para melhorar o atendimento.
Nova norma
Para tentar conter o número de requerimentos, o INSS estabeleceu uma norma com limite para o número de pedidos relativos a aposentadoria, pensões e Benefício de Prestação Continuada (BPC).
A nova regra determina, por meio da Instrução Normativa nº 203, de 22 de abril, que é proibido abrir uma solicitação enquanto houver um processo em andamento para o mesmo caso.
“É vedada a apresentação de novo requerimento pelo interessado enquanto houver processo em curso referente à mesma espécie de benefício”, diz trecho da instrução normativa.
Tem gente na política que parece ter um gosto especial pela sem-vergonhice e pelo oportunismo. Como entender uma liderança que, ignorando o clamor das ruas, decide se bandear para o lado da governadora Fátima Bezerra? Estamos falando da gestão que hoje desgoverna o Rio Grande do Norte, de um governo que já está queimado até a próxima geração pelo pior desempenho administrativo da história do nosso estado. É o verdadeiro *”abraço das afogadas”*, onde quem está afundando puxa a outra para o mesmo destino.
Essa aliança resulta em decisões desastrosas. Ao entregar o destino de Parnamirim nas mãos de uma promessa de obra do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), ignora-se uma realidade gritante: o governo federal não tem dinheiro para cumprir esse compromisso. Se tivesse, por que não terminou ainda a obra da Reta Tabajara, que segue arrastada e inacabada?
O mais grave é que essa escolha política foi feita em detrimento da Via Verde — um projeto sério, viável, que já tem recursos garantidos para a execução da sua primeira fase e a garantia para a segunda. Trocar o certo pelo duvidoso, o recurso garantido por uma promessa vazia de palanque, é uma falha imperdoável contra o povo de Parnamirim.
Esperamos que a Câmara de Vereadores reaja a todo esse cenário de desgoverno. Afinal, o que os parlamentares locais esperam? Não podemos deixar que Parnamirim tenha o mesmo destino trágico do Rio Grande do Norte. Um estado tomado por obras inacabadas, promessas não cumpridas e uma infraestrutura caótica que atrapalha a mobilidade urbana, atrasa a logística e transforma a ida e a volta do trabalhador em um verdadeiro teste de paciência.
A palavra de Deus nos adverte sobre o perigo de confiar naquilo que é falso e ilusório. Em Jeremias 7:8, lemos: “Eis que vós confiais em palavras falsas, que para nada vos aproveitam.”
E a Escritura vai além, alertando em Provérbios 29:12 sobre a importância da retidão e da verdade na liderança pública: “Se o governante dá atenção a palavras mentirosas, todos os seus assessores se tornam perversos.”
O povo de Parnamirim e do Rio Grande do Norte não pode mais aceitar ser enganado por discursos e cofres vazios. É preciso dar um basta na incompetência que paralisa o desenvolvimento e destrói o futuro da população.
O RN registrou a frustração de cerca de R$ 13 bilhões em investimentos após a devolução de outorgas de projetos de usinas solares entre 2025 e o início de 2026, segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), cenário que acende alerta para impactos na economia, empregos e atração de novos empreendimentos no estado.
De acordo com os dados, foram devolvidos 2,8 gigawatts (GW) em capacidade de geração, volume superior aos 2,1 GW atualmente em operação no RN. Ao todo, 51 projetos foram afetados, o que representa cerca de 7% das devoluções registradas no Brasil no período analisado, conforme informações da Tribuna do Norte.
Segundo a Absolar, um dos principais fatores para a desistência dos empreendimentos é o chamado “curtailment”, que são cortes na geração de energia renovável sem compensação financeira aos produtores, além de entraves regulatórios e limitações na infraestrutura de escoamento.
Representantes do setor energético apontam que o cenário pode impactar diretamente a geração de empregos, a arrecadação e a competitividade do estado, além de aumentar a cautela de investidores nacionais e internacionais na destinação de novos recursos para o RN.
A retomada de obras estruturantes em Natal depende da liberação de cerca de R$ 41 milhões em recursos federais, referentes a emendas de 2021 e 2022 ainda não repassadas.
Do total, R$ 9,66 milhões estão vinculados ao Ministério da Saúde para a segunda etapa do Hospital Metropolitano — com apenas R$ 435 mil liberados neste ano.
Já no Ministério das Cidades, faltam cerca de R$ 31,4 milhões, incluindo projetos como a requalificação do entorno da Pedra do Rosário, obras na Praia do Meio e recapeamento de vias na Zona Leste.
A Prefeitura também pleiteia R$ 17,57 milhões via novo PAC para intervenções viárias. Segundo o secretário de Planejamento, Vágner Araújo, os recursos retidos impactam diretamente obras de mobilidade, infraestrutura e saúde.
O prefeito Paulinho Freire afirma que os projetos estão aprovados e com execução iniciada, mas dependem da liberação federal. A gestão municipal tem feito articulações em Brasília para destravar os valores.
A retenção dos recursos gerou embate político. A vereadora Nina Souza (PL) atribui a paralisação das obras à falta de repasses federais.
Já a vereadora Samanda Alves (PT) contesta a versão e afirma que mais de R$ 12 milhões já foram liberados, além de novos investimentos previstos, como cerca de R$ 17 milhões para obras viárias via PAC.
Entre as intervenções previstas estão:
Implantação do binário Rui Barbosa/Xavier da Silveira (R$ 10 milhões)
Modernização semafórica no corredor Hermes da Fonseca/Salgado Filho (R$ 3,78 milhões)
Ajustes viários na Salgado Filho (R$ 3,78 milhões)
As obras visam melhorar a mobilidade urbana, com medidas como faixas exclusivas para ônibus e semáforos inteligentes, que podem reduzir o tempo de deslocamento em até 20%.
Segundo a Prefeitura, os recursos já estão previstos em contratos, e a liberação é essencial para evitar atrasos, aumento de custos e prejuízos à população.
Ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Lagoa Nova RN, entrevista completa no Vídeo acima
Durante o programa Pauta Lagoa Nova, da Rádio FM de Lagoa Nova/RN, o ex-vereador Cortez Assunção analisou o cenário político atual com foco nas eleições de 2026.
Segundo ele, há possibilidade de alinhamento entre situação e oposição no município de Lagoa Nova/RN em torno do nome do pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias.
Cortez Assunção também destacou que, com base em avaliações realizadas nos municípios, editor do Blog de Currais Novos, ver, grande possibilidade do pré-candidato apresenta viabilidade de alcançar o segundo turno nas eleições de 2026.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta boa evolução clínica após a cirurgia no ombro direito realizada na sexta-feira (1º) e deve iniciar reabilitação motora e funcional, segundo boletim médico divulgado neste sábado (2).
O comunicado não informa previsão oficial de alta. No entanto, o ortopedista Alexandre Firmino, da equipe do Hospital DF Star, afirmou à CNN Brasil que Bolsonaro pode retornar para casa — onde cumpre prisão domiciliar — na segunda-feira (4).
A recuperação inclui fisioterapia motora e pulmonar. Nas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que o ex-presidente teve uma noite tranquila.
Desde o atentado a faca em 2018, Bolsonaro já passou por 14 cirurgias. Dez delas estão relacionadas diretamente às sequelas do ferimento abdominal e a complicações posteriores, além de internações como a recente por broncopneumonia.
Leia a íntegra do boletim médico deste sábado (2)
“O hospital DF Star informa que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro encontra-se internado, após ser submetido a cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita. Apresentou boa evolução e bom controle álgico. No momento, segue internado em apartamento para analgesia, medidas de prevenção de trombose e iniciará protocolo de reabilitação motora e funcional.”.