A consultoria internacional de risco político Eurasia Group estima em 75% a probabilidade de vitória de Flávio Bolsonaro (PL) contra o presidente Lula (PT) no segundo turno das eleições de 2026. A empresa considera improvável uma virada do petista.
A Eurasia Group é maior e mais renomada consultoria de risco político do mundo e pioneira em introduzir a análise política institucional como uma disciplina metodológica para mercados financeiros.
O relatório aponta que que a abstenção pode favorecer o senador e acrescentar cerca de um ponto percentual à sua vantagem. Lula, por sua vez, teria dificuldade para conquistar mais de 60% dos votos dos eleitores cujos candidatos ficaram fora do segundo turno.
A consultoria também afirma que a desvantagem do presidente nos temas de segurança pública e corrupção, além de insatisfação econômica entre setores da classe média pesam contra a reeleição de Lula.
A empresa afirma que Lula ainda pode até melhorar seu desempenho na reta final, especialmente com propostas voltadas à segurança e ao custo de vida. Debates, ataques políticos e medidas econômicas do governo podem reduzir a diferença, avalia a Eurasia, mas dificilmente seriam suficientes para reverter o cenário.
O primeiro debate entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um debate presidencial será realizado neste domingo (18), às 20h, na Band, em São Paulo. Os candidatos terão 30 minutos de discussão livre no primeiro bloco do programa.
O debate terá três blocos e será mediado pelos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo. Nos blocos seguintes, além das perguntas dos apresentadores, os candidatos poderão questionar um ao outro. O encontro terminará com as considerações finais.
A transmissão será feita pelos veículos do Grupo Bandeirantes e por emissoras parceiras, incluindo TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan. A programação terá duração prevista de duas horas.
A participação de Flávio foi confirmada na quarta-feira (14), após o senador anunciar inicialmente que não compareceria. Ele afirmou que a declaração anterior foi uma “armadilha” para pressionar Lula a confirmar presença. A campanha do presidente também confirmou sua participação.
Os dois candidatos não participaram de debates no primeiro turno. Flávio terminou a primeira etapa da eleição com 47% dos votos, contra 45% de Lula. O último debate do segundo turno está previsto para sexta-feira (23), na TV Globo.
Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Lula (PT) nas intenções de voto na disputa do segundo turno das eleições presidenciais, segundo pesquisa nacional do instituto Veritá divulgada neste sábado (17).
De acordo com o levantamento, Flávio registra 51,1% das intenções de voto, contra 48,9% de Lula. A diferença entre os candidatos é de 2,2 pontos percentuais.
A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 16 de outubro, com 15.554 entrevistados. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual, intervalo de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01107/2026.
O senador e candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou durante a Sabatina da Globo nesta sexta-feira (16) que, se for eleito presidente, um de seus primeiros atos após tomar posse será reunir os comandantes da Forças Armadas para “declarar guerra ao narcotráfico” no Brasil.
“Eu vou declarar Comando Vermelho, PCC e milícias como organizações narcoterroristas, que é o que eles são. O Brasil vai fazer parte do Escudo das Américas para ter intercâmbio de informação e de inteligência para a gente combater o terrorismo aqui na Tríplice Fronteira na região de Foz do Iguaçu”, declarou.
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) pretende ampliar a presença nas ruas e endurecer os ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última semana antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro. O plano estratégico combina viagens intensas pelas regiões Norte e Nordeste, maior participação de aliados de peso e uma preparação rigorosa para os debates, em uma tentativa de recuperar o protagonismo na reta final da disputa.
A orientação central da equipe é dar mais visibilidade às propostas do senador e colocar o adversário sob pressão constante. Integrantes da campanha reconhecem que reações anteriores deixaram o candidato ocupado em responder a acusações, ao mesmo tempo em que os anúncios governamentais e a forte mobilização de apoiadores petistas passaram a preocupar o núcleo bolsonarista.
Agenda de peso e demonstração de força
O domingo (18) concentrará dois compromissos cruciais para a estratégia: um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, seguido pelo debate na Band. A manifestação de rua contará com a presença do governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito paulistano, Ricardo Nunes (MDB), com o objetivo de demonstrar força política no mesmo espaço ocupado pelos petistas semanas antes.
Já na segunda-feira (19), Flávio seguirá para Manaus e Marabá. O roteiro de viagens, ainda em fase de ajustes, também prevê passagens por Aracaju, São Luís, Recife e Fortaleza, com encerramento previsto em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro no sábado (24).
O esforço nas estradas visa reduzir a vantagem de Lula em redutos estratégicos. No Amazonas, por exemplo, o atual presidente obteve 48,23% dos votos válidos no primeiro turno, contra 45% do senador, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Mobilização de aliados no Nordeste e nas redes
Para atrair o eleitorado nordestino, a campanha contará com a atuação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice. Alagoano e ex-secretário de Segurança Pública, Gaspar tem percorrido estados da região para reforçar o discurso focado no combate à violência.
Nos locais onde o presidenciável não puder comparecer, a mobilização popular ficará a cargo de outras lideranças de destaque, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Além disso, deputados, senadores e governadores com disputas já encerradas receberam orientação estrita para intensificar a divulgação das propostas do candidato, impulsionar materiais de campanha e utilizar suas próprias estruturas políticas para pedir votos ativamente.
Flávio Bolsonaro (PL) reafirmou que não será candidato à reeleição, caso vença a disputa presidencial de 2026. “Eu só preciso de um mandato para começar a concertar o nosso país de verdade”, disse ele, na sexta-feira (16), na sabatina da TV Globo.
“Eu não estou disputado o poder. Eu estou disputando o futuro da nossa nação. Estou aqui me comprometendo: eu só preciso de um mandato, porque eu não quero começar um mandato já pensando na reeleição”, declarou.
O comentarista da Globo News, Merval Pereira avaliou que o Flávio Bolsonaro foi muito bem na sabatina da Globo nesta sexta-feira (16). A avaliação do jornalista foi realizada durante a exibição do programa Central das Eleições, onde ele e outros analistas políticos debateram o desempenho dos candidatos após as rodadas de entrevistas da TV Globo.
Ao ser questionado sobre o impacto e o saldo das entrevistas, o jornalista e comentarista Merval Pereira destacou que, na sua avaliação, o cenário segue empatado entre as principais candidaturas. “Acho que continua empatado. O Lula foi muito bem ontem [quinta-feira], o Flávio foi muito bem hoje [sexta]. Embora eu discorde do ponto de vista dos dois, os dois foram muito bem como candidatos”, pontuou Merval Pereira.
A discussão faz parte da repercussão promovida pela Globo News para analisar o cenário eleitoral e o discurso de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Sabatina.
Em sabatina na TV Globo, na sexta-feira (16), Flávio Bolsonaro (PL) desmentiu uma série de fake news que vêm sendo disseminadas pela campanha do presidente Lula (PT). Ele assegurou que manterá a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação, disse que não vão desvincular a correção das aposentadorias do reajuste do salário mínimo e reafirmou que não acabará com os pisos mínimos da saúde e da educação.
“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima de servidores públicos, em cima de estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, que eu acabaria com os servidores públicos e que eu privatizaria o Banco do Brasil, Caixa e Petrobras”, disse Flávio Bolsonaro.
O candidato do PL afirmou ainda que “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”. “Ele hoje é o maior problema para esse desencontro de contas”, declarou.
Pesquisa Gerp divulgada nesta sexta-feira (16) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa presidencial, contra 45% do presidente Lula (PT). A diferença é de cinco pontos percentuais.
Segundo o levantamento, 3% dos entrevistados não souberam responder e 2% disseram que não votariam em nenhum dos dois candidatos.
A pesquisa ouviu 2.400 pessoas entre os dias 14 e 16 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05187/2026.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reuniu apoiadores nesta quinta-feira (15), durante o “Bloquinho do 22”, organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), em Capelinha, Minas Gerais.
Durante o discurso, Flávio prometeu dar continuidade ao projeto político iniciado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, criticou o PT e pediu apoio dos eleitores no 2º turno da eleição presidencial.
Durante a sabatina na TV Globo, na noite desta quinta-feira (14), Lula (PT) disse que só deu o aumento do Bolsa Família faltando 17 dias para o primeiro turno porque “não sabia” que o programa social não havia sido reajustado.
“Eu não sabia [que não teve reajuste], porque é inexplicável que num governo do Lula alguém pense em não reajustar a inflação no salário das pessoas. É impensável, mas aconteceu”, disse ele.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), criticou duramente a decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), de retirar da pauta do plenário a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Para o parlamentar, a medida carece de fundamentação adequada e representa uma condução autoritária dos trabalhos legislativos.
Durante pronunciamento, Marinho ironizou a postura de Alcolumbre ao compará-la à célebre frase historicamente atribuída ao rei absolutista francês Luís XIV: “O Estado sou eu!”
O senador argumentou que o Senado Federal é uma “Casa de pares”, o que exige que as deliberações preservem o caráter coletivo e democrático da instituição, rechaçando qualquer viés centralizador por parte da presidência.
Na avaliação do líder oposicionista, ao cancelar a votação da pauta, Alcolumbre “virou as costas para a sociedade” mais uma vez. O episódio acirra ainda mais os ânimos políticos no Congresso Nacional em torno do debate sobre a segurança pública.
Os prefeitos Ademir, de Ipueira, e Silvana de Lalá Costa, de Jardim do Seridó, que apoiaram Álvaro Dias no primeiro turno das eleições, decidiram caminhar com Allyson Bezerra na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte neste segundo turno.
A decisão ocorre após Álvaro Dias não conseguir avançar para a segunda etapa da disputa e liberar suas bases políticas para escolherem seus próprios caminhos.
Com isso, Ademir e Silvana passam a integrar o grupo de lideranças municipais que estarão ao lado de Allyson Bezerra nesta reta final da campanha.
O movimento representa uma nova configuração política nos dois municípios do Seridó, sem qualquer rompimento com Álvaro Dias, já que o ex-candidato deixou seus aliados à vontade para definir o posicionamento no segundo turno.
Hoje, 15 de outubro, é dia de celebrar a história de uma terra que carrega em suas raízes a força do sertanejo, a coragem de seu povo e o orgulho de suas tradições. **Currais Novos completa 136 anos de emancipação política**, uma trajetória marcada pelo trabalho, pela fé e pela determinação de homens e mulheres que ajudaram a construir a identidade do nosso município.
Nossa história começou muito antes da emancipação. Inicialmente habitada pelos povos indígenas Cariris, a região ganhou novos contornos no século XVIII, durante o Ciclo do Gado. Foi nesse período que surgiram os famosos “currais novos”, ligados à atividade pecuária e à origem do nome de nossa cidade.
A história também se entrelaça com a fé em Sant’Ana, padroeira de Currais Novos, cuja devoção atravessa gerações e permanece viva no coração de nossa gente.
Em **15 de outubro de 1890**, Currais Novos foi elevada à condição de município autônomo, conquistando sua emancipação política. Desde então, nossa terra constrói sua caminhada, preservando tradições, superando desafios e alimentando a esperança de dias cada vez melhores.
Terra de vaqueiros, de fé, de cultura, de trabalho e de gente acolhedora, Currais Novos ocupa um lugar especial na história do Seridó potiguar. Uma cidade que honra seu passado, vive intensamente o presente e olha para o futuro com esperança.
Neste dia especial, o Blog de Currais Novos parabeniza todos os currais-novenses, filhos desta terra e aqueles que a escolheram para viver e construir suas histórias.
Que nunca nos faltem amor por nossa cidade, união para enfrentar os desafios e compromisso com o desenvolvimento de nosso município.
**Parabéns, Currais Novos, pelos seus 136 anos de emancipação política!**
Que nossa história continue sendo escrita com trabalho, dignidade, respeito e orgulho de nossas raízes.
**Currais Novos: uma história que nos orgulha e um futuro que nos inspira!**
*Blog de Currais Novos — valorizando nossa história, nossa gente e nossa cidade.*