O deputado Tomba Farias publicou em seu facebook, veja a publicação.......Seguir em frente exige coragem. Coragem para enfrentar desafios, manter a fé no caminho e continuar mesmo quando o esforço é grande.
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso de perigo potencial para chuvas fortes no Rio Grande do Norte, válido a partir desta quarta-feira (4) até as 10h do próximo sábado (7). O alerta abrange quase todo o estado e indica condições climáticas que exigem atenção da população.
Segundo informado pelo Inmet, estão previstas precipitações entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros ao longo do dia. O cenário também inclui ventos intensos, com rajadas que podem variar entre 40 e 60 quilômetros por hora.
Apesar de o risco ser classificado como baixo, o órgão destaca que os efeitos do mau tempo podem causar transtornos pontuais, sobretudo em áreas urbanas e mais vulneráveis.
Risco de alagamentos e quedas de energia
O aviso meteorológico aponta a possibilidade de alagamentos localizados, especialmente em cidades com histórico de acúmulo rápido de água. Também há risco de queda de galhos de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica.
Outro fator de atenção é a ocorrência de descargas elétricas durante as chuvas, o que aumenta o perigo para quem estiver em áreas abertas ou utilizando equipamentos ligados à rede elétrica.
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Foto: reprodução/Esfera Brasil
O presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que poderá pedir a condução coercitiva do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, caso ele não compareça ao depoimento marcado para o dia 26 de fevereiro.
O depoimento, inicialmente previsto para esta quinta-feira (5), foi adiado a pedido da defesa do empresário e remarcado para depois do Carnaval.
Segundo Viana, a comissão quer esclarecimentos sobre 254 mil contratos de aposentados que tiveram descontos considerados irregulares, sem confirmação de autorização. “É hora de o senhor Vorcaro começar a falar para os aposentados que tiveram valores descontados pelo banco dele”, disse o senador.
O parlamentar afirmou que a CPI busca entender como o Banco Master passou a operar esses contratos, se houve favorecimento político e como foram tratadas as reclamações dos beneficiários do INSS.
Viana ressaltou que a investigação da CPI se limita aos descontos irregulares e não pode avançar sobre outras operações do banco no mercado financeiro.
Ainda na terça-feira (3), o senador se reuniu com o ministro do STF Dias Toffoli, que, segundo ele, garantiu a autorização para o deslocamento de Vorcaro a Brasília. Toffoli também teria se comprometido a liberar o acesso às quebras de sigilo do empresário após a conclusão da consolidação dos dados pela Polícia Federal, prevista para as próximas semanas.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Com apoio de 278 parlamentares, a oposição protocolou no Congresso um pedido de criação de uma CPMI para investigar o Banco Master e supostas fraudes financeiras envolvendo a instituição.
O requerimento foi apresentado na terça-feira (3) e reúne assinaturas de 42 senadores e 236 deputados, número superior ao mínimo exigido para a abertura da comissão mista. O pedido ainda passa por análise da Secretaria-Geral da Mesa antes da leitura oficial em sessão do Congresso.
Articulador da iniciativa, o deputado Carlos Jordy (PL-PR) afirmou que o número de apoios reflete pressão popular e defendeu que a leitura do requerimento é um procedimento automático. Segundo ele, a instalação da CPMI não depende de juízo político e deve ocorrer na próxima sessão conjunta, prevista apenas para depois do Carnaval.
Para que a comissão seja oficialmente criada, é necessária a leitura do pedido em plenário, sob a presidência do Congresso Nacional, comandado por Davi Alcolumbre (União-AP).
O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), criticou a postura do PT, afirmando que o partido não tem interesse em aprofundar as investigações. Parlamentares petistas, por sua vez, contestaram a iniciativa da oposição, mas declararam apoio a outras propostas de investigação já apresentadas ou em articulação no Congresso.
No programa Meio Dia RN desta quarta-feira (4), BG analisou o cenário político do RN em meio ao impasse sobre a possível renúncia de Fátima Bezerra e uma eventual eleição indireta para o cargo de governador na Assembleia Legislativa. Por falta de votos suficientes para eleger um ‘governador tampão’ e por receio de ‘entregar o mandato à direita’, Fátima deve permanecer no cargo de governadora e não concorreria ao Senado.
Foto: CNN
O líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), descartou nesta quarta-feira (4) a ideia de que concorrerá como vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência.
Segundo o congressista, que é o responsável por coordenar a campanha de Flávio, o objetivo do partido é atrair mais partidos para o lado do PL na disputa.
“Eu faço parte do mesmo partido do senador Flávio, a ideia é termos a possibilidade de atrairmos outros partidos para começarmos com o melhor número de integrantes […] O candidato a vice vai ser aquele que mais agregar e que tenha aderência ao nosso projeto, com certeza não serei eu”, disse Marinho.
A declaração do senador se deu depois de ele se reunir com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha, onde o ex-mandatário está preso desde janeiro.
De acordo com Marinho, Bolsonaro deu a ele uma série de orientações sobre como conduzir a campanha eleitoral do PL em 2026. O líder adiantou que o partido deve lançar candidaturas para Senado e governos estaduais em todas as Unidades da Federação.
O senador destacou que ainda “não é o momento” de a sigla pensar em um vice para compor a chapa de Flávio, e que essa será uma decisão a ser tomada em abril.
“É um momento de organização, de elaboração de plano de governo, é um processo que antecede a campanha em si. Não é o momento ainda de pensarmos em um candidato a vice”, afirmou.
CNN
Nossa amiga Cida, que reside às margens do Açude Dourado, em Currais Novos, faz um alerta importante. Em vez de apenas aprofundar o sangrador — já que, quando vêm as enxurradas, ocorre o entupimento — o ideal é realizar um levantamento técnico no local.
A partir desse estudo, seria possível aumentar o volume total de água do açude com mais segurança e de forma adequada.
Segundo informações, a água do Açude Dourado já se encontra imprópria para o consumo. Diante disso, é fundamental que a CAERN, juntamente com o setor de engenharia, avalie com urgência a real situação do Açude Dourado, em Currais Novos.
Fonte > Canal do Youtube do senador Rogerio Marinho
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| Ministro Edson Fachin |
A ação foi escolhida como o primeiro item da pauta de 2026, demonstrando a intenção de Fachin de manter em destaque o debate sobre ética pública e comportamento institucional no Judiciário. O objetivo é estabelecer limites claros para manifestações de magistrados na internet, preservando a imparcialidade e a credibilidade da Justiça.
O foco agora se volta para os votos dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que, no passado, já se posicionaram de forma favorável à criação de regras para o uso das redes sociais por juízes.
A discussão ganha relevância em um cenário em que redes sociais se tornaram ferramentas de influência política e social. Especialistas avaliam que o posicionamento do STF poderá definir novos parâmetros de conduta para magistrados em todo o país.
O julgamento é visto como decisivo para reforçar a transparência, a responsabilidade institucional e a confiança da população no sistema de Justiça brasileiro.
A servidora Ana Raquel Gomes da Silva, que atuava há mais de 40 anos no órgão, foi afastada da Gerência de Sistematização de Conteúdos Informacionais (Gecoi), depois de quatro desligamentos registrados recentemente na área de Contas Nacionais. Entre eles, está a saída da coordenadora responsável pela divulgação do PIB, ocorrida na semana passada.
Segundo informações apuradas, a suspeita é de que a exoneração tenha caráter retaliatório, já que a servidora teria denunciado, no ano anterior, o uso de publicações oficiais do instituto para fins de propaganda política.
Na ocasião, servidores da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) divulgaram uma carta criticando comunicados da presidência do IBGE, apontando tom político inadequado, especialmente no periódico “Brasil em Números 2024”. A publicação traz, em seu prefácio, um artigo da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, no qual são destacadas ações de seu governo e elogios à atual gestão do instituto.
A sequência de afastamentos acende o alerta sobre a independência técnica do IBGE e levanta questionamentos sobre possíveis interferências políticas em um órgão fundamental para a produção de dados oficiais do país.
Comentário: Com sucessivas exonerações e suspeitas de interferência política, o IBGE corre o risco de comprometer sua imagem e perder, pouco a pouco, a credibilidade construída ao longo de décadas.
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| Imagem de reprodução de IA simulando Lula e Flávio Bolsonaro Frente a Frente |
De acordo com a Folha de São Paulo, o Brasil já deixou de aproveitar cerca de 20% de toda a energia solar e eólica que poderia ter sido produzida em 2025. O desperdício ocorre, principalmente, devido aos cortes na geração durante o dia, quando há excesso de oferta, enquanto à noite o cenário se inverte e o país precisa acionar usinas termelétricas.
Imagem de reprodução, de paineis solares
Segundo a reportagem, a energia não utilizada equivale à produção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte ao longo de dez meses, considerada a segunda maior do país. O problema tem se intensificado nos últimos anos com o crescimento das fontes renováveis, sem que haja, na mesma proporção, investimentos em armazenamento e modernização do sistema.
As interrupções na geração, conhecidas como curtailment, são realizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para evitar que a oferta supere a demanda. Esse descompasso pode comprometer a estabilidade da rede e até provocar apagões, tornando os cortes uma medida preventiva.
Especialistas ouvidos pela Folha defendem a ampliação de sistemas de armazenamento de energia, como baterias, além da adoção de tarifas diferenciadas por horário. A proposta é estimular o consumo nos períodos de maior geração, ajudando a reduzir o desperdício e a tornar o sistema mais eficiente.
O cenário evidencia a necessidade de planejamento e investimentos para que o Brasil, referência em energia limpa, consiga aproveitar melhor seu potencial renovável e garantir segurança energética para o futuro.
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Foto: Gustavo Moreno/STF
Em meio ao discurso do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de fortalecimento institucional, um levantamento revelou que parentes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ampliaram de forma significativa a atuação em tribunais superiores. Dados publicados pelo Estadão mostram que 70% dos processos envolvendo esses advogados começaram somente após a posse dos magistrados na Corte.
Ao todo, foram identificados 1.860 processos no STF e no Superior Tribunal de Justiça (STJ) com participação de familiares de primeiro grau de oito dos dez ministros atuais. Desse total, 1.289 ações foram protocoladas depois da chegada dos ministros ao Supremo, enquanto 571 tiveram início antes das nomeações. O crescimento reacendeu discussões políticas sobre transparência e limites éticos dentro do Judiciário.
Os casos envolvem parentes de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Edson Fachin, Luiz Fux, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques e Flávio Dino. Já André Mendonça e Cármen Lúcia não possuem familiares com processos nessas Cortes. Alguns advogados citados afirmaram que apenas seguiram nos processos iniciados em instâncias inferiores, negando qualquer favorecimento.
Entre os exemplos, a atuação da advogada Viviani Barci, esposa de Moraes, saltou mais de 460% após a posse do ministro. A ex-mulher de Toffoli também ampliou presença nos tribunais superiores, enquanto o filho de Luiz Fux passou de cinco para mais de 500 processos no STF, quase todos posteriores à chegada do pai à Corte.
Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que, apesar de não ser ilegal, a presença crescente de parentes em ações nos tribunais superiores pode afetar a percepção pública de imparcialidade. Para juristas, a proximidade com ministros tende a funcionar como um “ativo” para clientes e escritórios, ampliando o debate sobre regras mais rígidas de conduta e acesso aos gabinetes.
Em nota, o STF afirmou que os ministros cumprem as normas de impedimento previstas na legislação e que trabalham na elaboração de um novo código de ética para reforçar transparência e integridade institucional — tema que ganha peso político em Brasília no atual cenário do governo Lula e nas discussões sobre reformas no sistema de Justiça.
Com informações do Estadão