13 fevereiro 2026

CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE EM FAVOR DA SENHORA DALVA

 


Estivemos na residência da senhora Dalva, que está passando por um momento difícil de saúde. Ela precisará realizar 33 sessões de radioterapia na Liga Contra o Câncer, em Natal.

Dalva precisa muito da ajuda dos amigos e amigas de Currais Novos. Quem puder colaborar, pode fazer uma doação via PIX maedalva593@gmail.com . Ela viajará na próxima quinta-feira (19) e ficará hospedada em uma casa de apoio em Natal durante o período do tratamento.

Essa mãe de família está em busca da cura por meio da medicina e também da fé em Deus. Seu esposo também enfrenta problemas de saúde, sendo portador de diabetes, o que torna a situação ainda mais delicada.

Quem ajuda a quem precisa está praticando um gesto de amor e solidariedade. Que Deus abençoe a todos que puderem contribuir. Quem desejar falar com Dona Dalva, pode entrar em contato pelo WhatsApp: (84) 9 9997-7003.

Ministros do STF criticaram a PF em reunião por investigar Toffoli sem aval da Corte

 


Foto: Rosinei Coutinho/STF

Uma reação dura dos ministros do Supremo Tribunal Federal marcou uma reunião recente da Corte após a Polícia Federal investigar o ministro Dias Toffoli sem autorização prévia do tribunal.

Segundo apuração do analista político da CNN Brasil, Teo Cury, os magistrados avaliaram que a PF concentrou a apuração exclusivamente em Toffoli, o que foi interpretado como uma tentativa de forçar seu afastamento da relatoria do caso. Durante o encontro, ministros reforçaram que qualquer investigação contra integrante da Corte precisa, obrigatoriamente, do aval do STF.

Saída negociada da relatoria

Apesar da resistência inicial, Toffoli aceitou deixar a relatoria após consenso interno. A avaliação foi de que a medida preservaria sua imagem pessoal e a institucional do Supremo. A saída ocorreu “a pedido”, conforme nota oficial, com a justificativa de garantir o bom andamento dos processos e resguardar interesses institucionais.

Os ministros também fizeram questão de registrar apoio ao colega, reconheceram a validade dos atos já praticados e afirmaram não haver suspeição ou impedimento formal. A postura unificada foi vista como essencial diante do momento de pressão sobre a Corte.

Pressões e origem do caso

De acordo com Teo Cury, a decisão foi influenciada por pressões internas e pela forte repercussão externa. O episódio teve início após a PF apreender o celular do empresário Daniel Vorcaro, no qual surgiram mensagens que indicariam proximidade com Toffoli. O foco do relatório policial nessas menções gerou desconforto entre os ministros, que classificaram a iniciativa como uma apuração indevida.

Fonte > Blog do BG

‘Climão’ nos bastidores: como o STF negou a suspeição de Toffoli, mas o convenceu a deixar o caso Master

 Foto: Nelson Jr./SCO/STF

A discussão que levou ontem à saída do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master, após uma crise sem precedentes no Supremo Tribunal Federal (STF), foi marcada na quinta-feira por momentos de tensão. Tudo foi decidido em uma reunião a portas fechadas dos atuais dez ministros da Corte.

Segundo ministros ouvidos pelo GLOBO, ao perceber que encontrava resistência em boa parte dos colegas para seguir no caso, Toffoli acabou cedendo e acertou com os pares que aceitava deixar a relatoria “a pedido”. Em contrapartida, os ministros da Corte recusaram evidências de suspeição e afirmaram reconhecer “a plena validade dos atos praticados” pelo magistrado na condução do caso.

A interlocutores, o presidente do Supremo, Edson Fachin, disse estar satisfeito com o desfecho da reunião. Ao deixar o encontro dos ministros, Toffoli só fez questão de dizer aos jornalistas: foi tudo unânime.

O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do caso do Banco Master no STF ontem mesmo. Em sorteio, o ministro André Mendonça foi definido como o novo relator. A saída de Toffoli foi anunciada após uma reunião convocada por Fachin, com os ministros para apresentar um relatório enviado pela Polícia Federal (PF) a respeito dos dados do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O documento está sob sigilo, mas há menções a Toffoli em mensagens no aparelho.

A reunião, que durou cerca de três horas e foi dividida em duas partes, foi anunciada pelo ministro Edson Fachin após o recebimento de relatório da Polícia Federal (PF) sobre dados do celular de Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira, que mencionavam Toffoli.

De acordo com relatos feitos à reportagem, a reunião começou “pesada” e “tensa”, em meio ao agravamento da crise interna provocada pelo envio de informações da Polícia Federal com menções ao nome de Toffoli. O clima era descrito como de “tensão geral” e “climão”, sem um episódio isolado que concentrasse o embate.

Durante a leitura, resistência

No início do encontro, Fachin leu trechos do relatório encaminhado ao Supremo. Em seguida, Toffoli fez uma defesa ponto a ponto, apresentou documentos e buscou rebater as informações que haviam ampliado a pressão sobre sua permanência na relatoria. Depois de sua exposição, os demais ministros passaram a se manifestar.

Segundo esses relatos, Toffoli inicialmente não queria abrir mão do caso. A avaliação predominante entre os colegas, porém, era a de que as pressões — internas e externas — não cessariam e que a melhor saída institucional para conter o desgaste seria sua saída da relatoria. Alguns ministros defenderam, ainda de acordo com presentes, a necessidade de uma resposta clara à sociedade.

‘Alívio geral’

O ambiente começou a mudar quando o próprio relator indicou que aceitava sair, caso esse fosse o entendimento predominante. O gesto foi interpretado como um “alívio geral” e permitiu a construção de um meio-termo. Ao final, os ministros redigiram conjuntamente a nota que oficializou a saída. Interlocutores afirmam que, diante do cenário, Toffoli “não resistiu” à solução negociada.

Apesar da distensão momentânea, integrantes da Corte admitem que o episódio deixará “sequelas crescentes”, com divisão interna e aumento de desconfianças. A avaliação é que o tribunal retorna a um estágio de menor unidade, semelhante ao período pré-pandemia, quando as divergências entre ministros eram mais expostas.

Ainda de acordo com ministros do STF ouvidos pelo GLOBO, um dos magistrados defendeu que a arguição de suspeição não fosse julgada, pois a Polícia Federal não teria legitimidade para fazer a propositura. O relatório da PF não faz esse pedido diretamente, mas sugere ao presidente do STF que a Corte deveria analisar a questão.

Escalada de tensão em Brasília

A saída de Toffoli marcou um dia de escalada de tensões no caso. Além de ter seu nome citado no celular do ex-banqueiro, o ministro admitiu em nota ser sócio da empresa Maridt, que vendeu uma participação no resort Tayayá, no interior do Paraná, a um fundo do cunhado de Vorcaro.

Toffoli disse que declarou à Receita Federal os valores recebidos na negociação e afirmou que “nunca recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel”. A confirmação, porém, intensificou a cobrança da oposição por uma CPI do Master no Congresso.

Com informações do O Globo

Fonte > Blog do BG

FLUMINENSE 1 X BOTAFOGO NA ULTIMA QUINTA FEIRA (12)

 




VEEENCE O FLUMINENSE DE NOVO! 🇭🇺🇭🇺🇭🇺 O TRICOLOR VENCE O O BOTAFOGO PELA SEGUNDA VEZ EM 2026!



André Mendonça assume caso Master após saída de Dias Toffoli

 

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O caso Master ganhou um novo relator no Supremo Tribunal Federal após a saída de Dias Toffoli. O processo foi redistribuído na noite desta quinta-feira (12), e agora ficará sob responsabilidade do ministro André Mendonça. A mudança ocorreu depois que os dez ministros da Corte assinaram uma nota conjunta citando “altos interesses institucionais” para acolher o pedido de Toffoli de deixar a relatoria.

A informação é da colunista Manoela Alcântara, do Metrópoles. A decisão acontece após a Polícia Federal apontar menções ao ministro em materiais extraídos do celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante a Operação Compliance Zero. Apesar disso, os magistrados afirmaram que não há suspeição ou impedimento e validaram todos os atos já praticados no processo, enquanto a presidência do STF conduz medidas para extinguir a Arguição de Suspeição aberta no caso.

A reunião que selou a mudança foi convocada pelo presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, que apresentou aos colegas o relatório sigiloso enviado pela PF. No encontro, Toffoli confirmou ser sócio do resort Tayayá, citado nas investigações, mas negou qualquer relação com Vorcaro ou familiares.

Com a redistribuição, André Mendonça passa a conduzir os próximos passos do caso, que envolve investigações sensíveis e tem repercussão política e institucional dentro do Supremo.

Íntegra da nota oficial dos 10 ministros do STF

Os 10 Ministros do Supremo Tribunal Federal, reunidos em 12 de fevereiro de 2026, considerando o contido no processo de número 244 AS, declaram não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição, em virtude do disposto no art. 107 do Código de Processo Penal e no art. 280 do Regimento Interno do STF.

Reconhecem, assim, a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121 e de todos os processos a ela vinculados por dependência.

Expressam, neste ato, apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR.

Registram, ainda, que a pedido do Ministro Dias Toffoli, levando em conta a sua faculdade de submeter à Presidência do Tribunal questões para o bom andamento dos processos (RISTF, art. 21, III) e considerados os altos interesses institucionais, a Presidência do Supremo Tribunal Federal, ouvidos todos os Ministros, acolhe comunicação de Sua Excelência quanto ao envio dos feitos respectivos sob a sua Relatoria para que a Presidência promova a livre redistribuição.

A Presidência adotará as providências processuais necessárias, para a extinção da AS e para remessa dos autos ao novo Relator.

Assinam:
Luiz Edson Fachin, Presidente


Alexandre de Moraes, Vice-Presidente
Gilmar Mendes
Cármen Lúcia
Dias Toffoli
Luiz Fux
André Mendonça
Nunes Marques
Cristiano Zanin
Flávio Dino





VÍDEO: Nikolas Ferreira chama apoiadores às ruas contra Lula e ministros do STF em novo ato na Paulista

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) convocou uma manifestação marcada para 1º de março, às 14h, na avenida Paulista, em São Paulo. Batizado de “Acorda, Brasil”, o protesto tem como alvos o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros do Supremo Tribunal Federal, como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

A mobilização foi anunciada após a relatoria do caso Master sair das mãos de Toffoli e passar para André Mendonça, em meio às discussões sobre supostos vínculos entre integrantes da Corte e o banqueiro Daniel Vorcaro. Nas redes sociais, o parlamentar citou a frase “até mesmo um deus pode sangrar”, do filme “300”, e afirmou que o impeachment provaria que autoridades não seriam “intocáveis”.

Nikolas também pediu que apoiadores organizem atos em outras cidades do país, embora não tenha detalhado locais. O deputado já havia liderado, no fim de janeiro, uma caminhada de 250 quilômetros até Brasília em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, encerrada com manifestação política na capital federal.

Na convocação, o parlamentar criticou decisões do Judiciário e defendeu que o movimento busca “pacificar o país” e combater a corrupção. Até o momento, não houve posicionamento oficial do governo federal ou do STF sobre a nova mobilização anunciada pelo deputado.

Fonte > Blog do BG




12 fevereiro 2026

Toffoli admite ser sócio de empresa que vendeu resort e nega amizade ou pagamentos de Vorcaro

 

Foto: Gustavo Moreno/STF

O gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli divulgou nesta quinta-feira (12) uma nota pública em que esclarece sua participação societária na empresa Maridt e nega ter qualquer relação pessoal ou financeira com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações da Polícia Federal.

O ministro, que é relator da investigação sobre o Master no STF, admitiu que integra o quadro societário da Maridt, mas que a administração da empresa é feita por parentes.

A nota afirma ainda que essa condição é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que veda apenas que magistrados exerçam atos de gestão.

De acordo com o texto, a Maridt é uma empresa familiar organizada como sociedade anônima de capital fechado, registrada na Junta Comercial e com declarações regularmente apresentadas à Receita Federal.

Segundo o gabinete, todas as declarações da empresa e de seus acionistas “sempre foram devidamente aprovadas”.

Relação com resort

A nota informa que a Maridt integrou o grupo Tayayá Ribeirão Claro, responsável pelo resort Tayayá, no Paraná, até 21 de fevereiro de 2025, quando foi concluída sua saída por meio de duas operações sucessivas:

  • venda de cotas ao Fundo Arleen, em 27 de setembro de 2021 — fundo controlado pela Reag, administradora de investimentos ligada ao Banco Master, que foi alvo de operação da PF em agosto do ano passado;
  • alienação do saldo remanescente à PHB Holding, em 21 de fevereiro de 2025 — isto é, venda do restante das cotas que ainda possuía.

Ainda segundo o gabinete, todas as operações foram declaradas à Receita Federal e ocorreram “dentro de valor de mercado”. Esses valores, contudo, não foram divulgados.

Segundo interlocutores, Toffoli recebeu dividendos da Maridt enquanto a empresa ainda integrava o grupo responsável pelo resort Tayayá.

De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura (Loman), no artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador.

O gabinete afirma que a ação relativa à tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) foi distribuída ao ministro em 28 de novembro de 2025, “quando há muito a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro”.

O ministro também nega conhecer o gestor do Fundo Arleen e rejeita qualquer relação pessoal com Daniel Vorcaro ou com o cunhado dele, Fabiano Zettel — preso em janeiro pela PF. Segundo o comunicado, Toffoli “jamais recebeu qualquer valor” de ambos.

Relatório da PF

A nota de Toffili vem um dia depois de o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, entregar ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, relatório sobre dados do celular de Daniel Vorcaro.

O celular — apreendido na Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro — continha menções ao ministro Dias Toffoli.

Após a divulgação das informações, o gabinete de Toffoli emitiu uma primeira nota de esclarecimento. Na ocasião, chamou de “ilações” as menções ao nome dele e afirmou que não há motivo para ser alegada suspeição do ministro no caso Master. Nesse caso, Toffoli deveria deixar a relatoria do caso.

g1

Fonte > Blog do BG




Indicado por Walter Alves, Alan Silveira pede exoneração da SEDEC-RN

 


EXONERAÇÃO
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O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte (SEDEC), Alan Silveira, está oficializando o pedido de exoneração do cargo. A saída ocorre em meio ao rompimento político do vice-governador Walter Alves (MDB) com a governadora Fátima Bezerra (PT), movimento que alterou a composição da base aliada no Executivo estadual.
Alan Silveira integra o mesmo partido de Walter Alves e ocupava a titularidade da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) como parte da articulação política da legenda dentro do governo.
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: Adriano Abreu

NOTA DE FALECIMENTO DO SENHOR MAURICIO DANTAS DA SILVA.

 


Recebemos uma triste noticias, uma nota de falecimento do senhor MAURICIO DANTAS DA SILVA, nossos sentimentos a familia, que o Salvador do Mundo Jesus Cristo possa confortar a familia.



Levantamento do sigilo de parte da Operação Mederi já estava determinado quando Allyson entrou com pedido alegando transparência


O que o prefeito não destacou, porém, é que o processo já trazia decisões e manifestações anteriores no mesmo sentido — e que o levantamento do sigilo já estava encaminhado antes mesmo do pedido apresentado por sua defesa.

A manobra do prefeito reflete uma tentativa de chamar para um feito seu, o de transparência, determinações nesse sentido já tomadas pelo desembargador do caso e pedidas pela PF. A respeito de transparência, no entanto, o prefeito se negou a entregar as senhas de seus aparelhos apreendidos.

Documentos obtidos pelo Blog do Dina mostram que, em 22 de janeiro de 2026, o desembargador Rogério Fialho Moreira, relator do caso no TRF5, determinou que o sigilo do inquérito seria afastado após o cumprimento das medidas deferidas, mantendo apenas resguardos relacionados à intimidade dos investigados e dados sensíveis.

“DETERMINO, apenas após o cumprimento das medidas ora deferidas, o afastamento do sigilo do inquérito policial”, escreveu o magistrado.

Ou seja: o levantamento do sigilo já estava previsto na decisão judicial, condicionado apenas ao avanço das diligências.

Poucos dias depois, a Polícia Federal comunicou oficialmente o cumprimento das medidas. Em manifestação datada de 1º de fevereiro de 2026, o delegado Igor de Miranda Góes Chagas informou que os mandados de busca e apreensão haviam sido cumpridos em 27 de janeiro, além da entrega de ofícios às prefeituras envolvidas.

No mesmo documento, a PF concluiu que todas as providências haviam sido executadas e se posicionou expressamente pelo fim do sigilo.

“Assim, considerando-se cumpridos todos os expedientes, opina-se pelo levantamento de sigilo dos autos e dos procedimentos relacionados”, escreveu o delegado. Confira o documento datado de 1º de fevereiro:

Somente após esse encaminhamento processual, a defesa do prefeito protocolou o pedido. Na petição assinada pelos advogados, Allyson Bezerra afirma que, diante do “integral cumprimento das medidas determinadas” e com base na manifestação policial, requer o levantamento do sigilo do processo.

“Requerer o levantamento do sigilo deste caderno processual, bem como dos procedimentos a ele conexos”, diz o documento datado de 10 de fevereiro de 2026.

A petição também solicita que permaneçam resguardados documentos e informações que não tenham relação direta com o objeto da investigação e que revelem dados sensíveis.

Apesar de o prefeito ter apresentado o pedido como um ato de iniciativa própria em nome da transparência, os autos indicam que o caminho já estava aberto antes: primeiro pela decisão do desembargador, depois pelo parecer formal da Polícia Federal, que já defendia o levantamento do sigilo.

22 de janeiro de 2026 — O desembargador Rogério Fialho Moreira determina que o sigilo será afastado após o cumprimento das medidas investigativas.
27 de janeiro de 2026 — Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão. manifestação levantamento de si…
1º de fevereiro de 2026 — Delegado comunica o cumprimento e opina pelo levantamento do sigilo.
10 de fevereiro de 2026 — Allyson Bezerra protocola petição pedindo o levantamento.
Com isso, o pedido do prefeito ocorreu depois de já existir determinação judicial e posicionamento da autoridade policial defendendo o mesmo resultado.




Pressão aumenta no STF: Fachin terá de decidir se Toffoli deixa relatoria do caso Banco Master

 

                                                          Foto: Antonio Augusto/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deverá decidir se o ministro Dias Toffoli continuará à frente do inquérito que apura suspeitas envolvendo o Banco Master, após a Polícia Federal encontrar menções ao magistrado no celular do empresário Daniel Vorcaro. A análise coloca em xeque a permanência do ministro na supervisão do caso e aumenta a tensão nos bastidores da Corte.

A informação é de Jussara Soares, da CNN Brasil. As referências a Toffoli foram identificadas durante a perícia feita pela PF, que comunicou o presidente do STF sobre possíveis indícios relacionados ao magistrado — embora não tenha solicitado formalmente sua suspeição. A atuação do ministro já vinha sendo questionada por decisões consideradas incomuns, como o alto grau de sigilo imposto ao inquérito e medidas sobre a guarda das provas da Operação Compliance Zero.

O cenário ficou ainda mais sensível após críticas à viagem de Toffoli ao Peru em um jatinho ligado a um advogado que atua no caso e pela revelação de que familiares ligados ao resort Tayayá têm conexões com fundos relacionados a Vorcaro. Nos bastidores, o ministro vinha descartando a hipótese de se afastar da relatoria.

Em 

Em Em nota, o gabinete de Toffoli classificou como “ilações” as manifestações atribuídas à Polícia Federal e afirmou que os esclarecimentos serão prestados diretamente a Fachin. Já a defesa de Vorcaro criticou o que chamou de vazamento seletivo de informações, alegando que a divulgação prejudica o direito de defesa e cria narrativas equivocadas sobre a investigação


Fonte > Blog do BG          
                    

VÍDEO: Forças de segurança cercam Mãe Luíza em nova ofensiva contra o crime organizado

 

Vídeo: Divulgação

A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte deflagrou, nas primeiras horas desta quinta-feira (12), mais uma fase da Operação Território Seguro, com cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão no bairro de Mãe Luíza, na Zona Leste de Natal. A ofensiva mobiliza equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal e o Ministério Público, por meio do Gaeco.

A ação ocorre em parceria com o Ministério da Justiça e faz parte de um programa nacional voltado ao enfrentamento direto de organizações criminosas. Segundo a Sesed, o objetivo é enfraquecer facções que disputam áreas estratégicas e pontos de tráfico na capital potiguar, com foco na retomada de territórios considerados sensíveis.

Os detalhes da operação serão apresentados em coletiva marcada para o meio-dia, no Gabinete de Gestão Integrada, no Centro Administrativo. A expectativa é que as autoridades divulguem o balanço parcial das prisões e apreensões realizadas durante a manhã.

A Operação Território Seguro já teve outras fases no estado. Em outubro de 2025, uma etapa semelhante resultou em dezenas de prisões e no cumprimento de mandados em cidades da Grande Natal, reunindo centenas de agentes em uma das maiores ações recentes contra o crime organizado no RN.

Fonte > Blog do BG