14 julho 2026

Álvaro fará evento no Olimpo para receber Ezequiel

 Resolvido.

O presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira vai apoiar a candidatura de Álvaro Dias a governador e o anúncio será no sábado pela manhã - 9h - na casa de recepções Olimpo, em Natal.

Evento organizado pela pré-campanha majoritária.

Antes Ezequiel terá uma conversa com a governadora Fátima Bezerra, de quem tem sido aliado em suas duas gestões.

A conversa estaria sendo aguardada ainda para esta terça-feira (14).

FONTE: thaisagalvao.com.br

NOTA DE FALECIMENTO DO SENHOR JOSÉ ALDAMI, MAIS CONHECIDO POR DIDI DO QUIOSQUE

 


Nota de falecimento do senhor José Aldami, mais conhecido por Didi do quiosque, nossos sentimentos a família, que o Salvador do Mundo Jesus Cristo possa confortar a família.

MÉDICOS DO HOSPITAL TARCÍSIO MAIA ESYÃO HÁ SEIS MESES SEM RECEBER SLARIOS, CONFIRMA PRESIDENTE DO SINMED RN

 


O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN), Dr. Geraldo Ferreira, confirmou as denúncias de que médicos vinculados a uma cooperativa e que atuam no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, estão há cerca de seis meses sem receber pelos serviços prestados. Segundo ele, a situação é grave e preocupa a categoria.
Ao Bog do Ismael Sousa, Geraldo afirmou que há responsabilidade tanto do Governo do Estado quanto da empresa contratada. “Sim, existem os atrasos. A situação é grave. Além da responsabilidade do Estado, há também responsabilidade da empresa”, declarou o presidente do sindicato.
Ainda de acordo com o dirigente, o Sinmed-RN atua em conjunto com o Conselho Regional de Medicina (Cremern) para buscar uma solução. Ele destacou que uma resolução do Conselho prevê sanções às empresas que atrasarem o pagamento dos médicos, podendo resultar em multa e até na cassação do registro da empresa junto ao órgão fiscalizador.

Governo do Estado acusa MP de mentir sobre dívida de quase R$ 700 milhões da Sesap em restos a pagar com fornecedores e prestadores de serviços

 

Foto: Reprodução

Um documento do Ministério Público, revelado pelo G1 RN, apontou que o Governo do Estado acumula R$ 695,8 milhões em restos a pagar com fornecedores e prestadores de serviços Sesap. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, essa dívida cresceu mais R$ 29,2 milhões, prova de que os pagamentos não acompanham nem de longe o ritmo das despesas da rede estadual. A Sefaz, no entanto, afirmou em nota oficial que a informação divulgada pelo MP é falsa.

De acordo com a pasta, “somente neste ano, o Governo do Estado já quitou mais de R$ 400 milhões em Restos a Pagar, reduzindo significativamente o passivo”. Já a Sesap admitiu que o passivo processado passa de R$ 545 milhões, mas tentou justificar parte da dívida citando que “há valores que permanecem registrados no sistema apenas em razão da necessidade de conclusão dos procedimentos administrativos de regularização contábil e financeira, especialmente aqueles decorrentes de sequestros judiciais”.

Ao mesmo tempo, a pasta admite que não tem previsão de quando a dívida será integralmente quitada, alegando que isso “depende da capacidade financeira do Estado e da programação de desembolso definida pela SEFAZ”.

Apesar da tentativa do Governo do Estado de mascarar os fatos, os dados do documento do Ministério Público só confirmam o que a população potiguar percebe todos os dias: a saúde pública estadual está um verdadeiro caos, com hospitais superlotados, falta de insumos básicos e milhares de pessoas na fila esperando há meses por uma cirurgia.

Fonte > Blog do BG

Tomba Faria lidera pesquisa DataVero para deputado estadual, mas 70% dos eleitores estão indecisos


O deputado Tomba Farias (PL) consolidou-se como o nome mais lembrado na corrida eleitoral para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, conforme os dados divulgados nesta terça-feira, 14/07/2026, pelo Instituto DataVero em parceria com o Portal Diário do RN. A pesquisa, que mede a preferência do eleitorado para a futura composição da Casa, reflete um cenário de grande incerteza, uma vez que a maioria dos eleitores ainda se mantém indecisa.

A decisão de escolha dos representantes estaduais segue em aberto para a maior parcela da população. De acordo com o levantamento, 69,8% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não responder sobre sua intenção de voto, enquanto 4,07% declararam a intenção de votar em branco ou nulo. Esse alto índice de indefinição demonstra que o debate político ainda precisa alcançar o cotidiano do cidadão para que o voto seja consolidado com consciência e responsabilidade.

No cenário das intenções de voto, Tomba Farias lidera com 1,93% das citações. Logo atrás, o ranking é composto por Coronel Azevedo (1,67%), Nelter Queiroz (1,47%), Gustavo Soares (1,40%), Júlio César (1,33%), Kleber Rodrigues (1,13%), Galeno Torquato (0,93%), Bibiano (0,80%), Getúlio Rego (0,80%), Flávio Berói (0,73%) e Francisco do PT (0,73%).

A lista segue com Ivan Júnior (0,67%), Cinthia de Allyson (0,60%), Jorge do Rosário (0,60%), Kerginaldo (0,60%), Sargento Gonçalves (0,60%) e Nina Souza (0,53%). Nomes como Cristiane Dantas, Isolda Dantas, Luiz Eduardo e outros também foram mencionados, embora mantenham margens reduzidas de preferência no momento.

A pesquisa quantitativa do Instituto DataVero foi realizada entre os dias 9 e 11 de julho de 2026, ouvindo 1.500 pessoas em diversos municípios do Rio Grande do Norte. O estudo possui margem de erro de 2,53 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado sob os números BR-05121/2026 e RN-02095/2026.

A pesquisa Datavero foi realizada em parceria com o jornal Diário do RN.

Fonte > Blog de Robson Pires

 

Gasolina com 32% de etanol pode aumentar consumo e exige atenção de proprietários de alguns veículos, informa Estadão

O aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que passa de 30% para 32%, tem gerado dúvidas entre os motoristas sobre possíveis impactos no funcionamento dos veículos. De acordo com o Estadão, a adaptação varia conforme o tipo de automóvel, sendo mais tranquila para os modelos flex, enquanto veículos movidos exclusivamente a gasolina, especialmente importados e mais antigos, podem exigir maior atenção.

Segundo a reportagem do Estadão, o principal efeito da chamada gasolina E32 está relacionado às características do etanol, que possui menor poder energético por litro em comparação à gasolina. Além disso, por conter oxigênio em sua composição, o combustível demanda uma quantidade maior para manter a mistura ideal durante a combustão.

Como consequência, a nova composição tende a aumentar o consumo de combustível, mesmo em veículos equipados com sistemas eletrônicos capazes de fazer a compensação automaticamente. Ainda conforme o Estadão, caso a central eletrônica ou o sistema de alimentação não consiga fornecer a quantidade adicional de combustível necessária, o motor poderá operar com uma mistura pobre, ocasionando falhas de funcionamento, perda de desempenho e alterações nos níveis de emissões.

Para os proprietários de veículos flex, entretanto, a mudança não deve representar preocupação. Em entrevista ao Estadão, o consultor técnico Fábio Fukuda explicou que os sistemas desses veículos já são projetados para trabalhar com diferentes proporções de etanol.

"Não é necessária nenhuma recalibração. Ele já está preparado para trabalhar até com altas quantidades de etanol. É abastecer com essa gasolina e o motor se adapta. A injeção eletrônica vai reconhecer a quantidade de etanol no combustível e se adaptar automaticamente", afirmou Fábio Fukuda ao Estadão.

Empresários consideram inevitável novo tarifaço dos EUA sobre produtos brasileiros, diz Estadão

Empresários brasileiros e representantes do setor privado avaliam que a aplicação de novas tarifas pelos Estados Unidos sobre produtos importados do Brasil é praticamente inevitável. A percepção foi compartilhada por participantes da audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que discute uma investigação sobre supostas práticas comerciais consideradas desleais por parte do Brasil.

De acordo com informações publicadas pelo Estadão/Broadcast, o relatório preliminar divulgado pelo USTR, em 1º de junho, sugeriu a imposição de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano. A conclusão da investigação está prevista para esta quarta-feira (15), após a etapa de consultas públicas.

Segundo estimativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), caso a medida seja confirmada, cerca de 21% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos poderão ser impactadas pela nova alíquota.

Ainda conforme apuração do Estadão/Broadcast, representantes dos setores do agronegócio e da indústria acreditam que a decisão final terá caráter predominantemente político. Fontes ouvidas pelo jornal também afirmaram que as negociações entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos estariam desgastadas, mesmo após mais de dez reuniões bilaterais realizadas nos últimos meses.

Os empresários relatam que o governo brasileiro demonstra insatisfação com a falta de clareza das autoridades norte-americanas sobre os objetivos das negociações. Entre as reclamações estão a inclusão de temas considerados alheios às discussões comerciais tradicionais, como o sistema de pagamentos Pix e a questão dos minerais críticos.

Apesar de classificarem a audiência promovida pelo USTR como técnica e de alto nível, representantes do setor privado afirmaram ao Estadão/Broadcast que a impressão predominante é de que a decisão sobre a imposição das tarifas já estaria praticamente definida antes mesmo do encerramento das consultas públicas.

Fonte: Estadão/Broadcast.


Comentário: Um ponto que não pode passar despercebido é que, em um momento sensível para a economia brasileira, quando o país ainda enfrenta os efeitos da inflação, o governo brasileiro não inscreveu representantes para defender os interesses do Brasil na audiência do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e apresentar argumentos contra a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

Opinião | 2027 preocupa economistas: a conta da dívida pública pode chegar para todos os brasileiros

Enquanto o debate político continua dividido entre governo e oposição, um assunto tem sido tratado com preocupação por economistas de diferentes correntes: o crescimento da dívida pública brasileira e os desafios fiscais que o país enfrentará nos próximos anos.

Nomes como Marcos Lisboa, Armínio Fraga, Samuel Pessôa, Marcos Mendes e outros especialistas têm defendido que o Brasil precisa discutir com seriedade o equilíbrio das contas públicas. O alerta não é direcionado apenas ao governo atual, mas ao futuro do país.

Entre os economistas existe uma avaliação recorrente de que 2027 tende a ser um ano especialmente difícil para quem estiver no comando do Brasil. Isso porque boa parte das despesas públicas cresce de forma obrigatória, enquanto o espaço para investimentos diminui e o custo da dívida continua elevado. Sem mudanças estruturais, o próximo governo poderá encontrar um cenário fiscal ainda mais desafiador.

Essa preocupação não significa que o Brasil esteja prestes a entrar em colapso econômico. Entretanto, especialistas alertam que uma trajetória persistente de aumento da dívida pode elevar a percepção de risco do país, pressionar os juros, dificultar investimentos e limitar a capacidade do governo de financiar políticas públicas no futuro.

Na prática, muitos brasileiros já sentem os efeitos da economia no dia a dia. O aumento dos preços dos alimentos, do gás de cozinha, da energia elétrica e de diversos serviços pesa no orçamento das famílias. Mesmo quando a inflação desacelera em termos estatísticos, o custo de vida continua elevado para grande parte da população.

A discussão, portanto, vai além da política partidária. O desafio é encontrar um equilíbrio entre manter programas sociais, investir em áreas essenciais e, ao mesmo tempo, impedir que a dívida pública cresça em um ritmo que comprometa as futuras gerações.

O próprio Armínio Fraga já defendeu que o Brasil precisa recuperar uma trajetória fiscal sustentável para criar um ambiente favorável ao crescimento econômico de longo prazo. Já Marcos Lisboa tem alertado que a deterioração das contas públicas reduz a capacidade do Estado de enfrentar crises e aumenta a incerteza para famílias e empresas.

Independentemente de quem vencer as próximas eleições, os desafios fiscais permanecerão. A responsabilidade de equilibrar as contas públicas não pertence apenas a um governo, mas ao Estado brasileiro como um todo.

O debate sobre a dívida pública não é apenas uma discussão técnica entre economistas. Ele afeta diretamente o bolso da população, o poder de compra dos salários, a geração de empregos e as oportunidades para as próximas gerações.

A pergunta que fica é: o Brasil conseguirá promover as reformas necessárias antes que o custo da dívida limite ainda mais a capacidade de crescimento da economia?

BOLSONARO X LULA: Flávio questiona: “Lula escreveu 22 cartas, podia fazer tudo. Qual o critério com Bolsonaro?”


 Foto: Reprodução/Youtube

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) questionou uma suposta diferença de tratamento entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) durante períodos em que os dois enfrentaram decisões judiciais. A declaração foi feita em uma live publicada no canal do parlamentar no YouTube.

Ao comentar as restrições impostas ao pai, Flávio comparou a situação com o período em que Lula ficou preso em Curitiba, entre abril de 2018 e novembro de 2019.

“Lula escreveu 22 cartas, podia fazer tudo. Qual o critério com Bolsonaro?”, afirmou o senador.

A fala de Flávio se refere à avaliação dele sobre as condições dadas a Lula durante a prisão e as medidas determinadas pela Justiça para Jair Bolsonaro. As situações ocorreram em contextos jurídicos diferentes.

Fonte > Blog do BG

[VÍDEO] DOIS PESOS? Punição a Flávio por carta de Bolsonaro reacende caso Lula de 2018


Imagens: Reprodução/Poder360

Um vídeo que circula nas redes sociais compara a punição aplicada ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a leitura de uma carta do ex-presidente Jair Bolsonaro com um episódio envolvendo Lula (PT) nas eleições de 2018.

Na ocasião, quando estava preso em Curitiba, Lula enviou uma carta indicando Fernando Haddad como candidato do PT à Presidência da República.

O documento foi lido publicamente pelo advogado do petista durante uma coletiva de imprensa em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba.

O episódio voltou a ser citado após Flávio Bolsonaro ser punido por ler uma carta de Jair Bolsonaro durante um ato político.

A comparação gerou debate nas redes sociais sobre os critérios adotados em situações envolvendo manifestações políticas de líderes que estavam impedidos de participar diretamente de eventos. 

Fonte > Blog do BG

13 julho 2026

Janja chama críticas por seus gastos em viagem de estratégia da extrema direita: “Misoginia pura”

Janja da Silva disse ter pensado
em "pegar suas bolsas e as cachorras"
 e voltar para São Paulo.
 
(Foto:
 André Borges / EFE)

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, afirmou nesta segunda-feira (13) que as críticas relacionadas aos seus gastos e às viagens internacionais fazem parte de uma estratégia da extrema-direita e representam um caso de "misoginia pura".

Segundo a Gazeta do Povo, a declaração foi dada durante entrevista ao programa Frente a Frente, realizado em parceria entre o portal UOL e o jornal Folha de S.Paulo.

Na entrevista, Janja explicou que costuma se hospedar em embaixadas brasileiras durante compromissos oficiais no exterior por questões de segurança e logística. Ela também afirmou que utiliza a classe executiva em voos internacionais para cumprir protocolos de segurança estabelecidos para sua função.

Ainda de acordo com a Gazeta do Povo, a primeira-dama disse que as críticas direcionadas a ela têm como objetivo atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "É mais fácil me atingir para atingir o presidente da República", declarou.

Janja acrescentou que não viaja na classe econômica porque precisa seguir normas e procedimentos de segurança previstos para sua atuação em eventos oficiais.

Fonte: Gazeta do Povo.


Lula manteve atividade política e concedeu 22 entrevistas durante período em que esteve preso, relembra Revista Oeste

O período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, entre 7 de abril de 2018 e 8 de novembro de 2019, voltou ao centro do debate político após decisões recentes envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo reportagem publicada pela Revista Oeste, a discussão ganhou força depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão das visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro e solicitou que a defesa apresentasse, em até 48 horas, esclarecimentos sobre a divulgação de uma carta assinada por Bolsonaro e publicada nas redes sociais por seu filho.

Ainda de acordo com a Revista Oeste, durante o período em que esteve preso, Lula manteve intensa atuação política. Conforme levantamento citado pelo Instituto Lula, o então ex-presidente divulgou cartas de conteúdo político e eleitoral e concedeu 22 entrevistas a veículos de imprensa brasileiros e internacionais.

A publicação destaca que essa movimentação política começou antes mesmo da sequência de entrevistas. Em 15 de agosto de 2018, quando Lula estava preso havia mais de quatro meses, o Partido dos Trabalhadores (PT) registrou sua candidatura à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tendo Fernando Haddad como candidato a vice-presidente.

Na mesma data, Lula divulgou uma carta dirigida aos eleitores. No documento, reafirmou sua intenção de permanecer candidato à Presidência e convocou apoiadores a manterem a campanha em seu nome.

Fonte: Revista Oeste.

Reuters - Suprema Corte do Brasil proíbe senador Flávio Bolsonaro de visitar o pai até após a votação

Repercute no mundo o impedimento de Flávio Bolsonaro de falar com o próprio pai

SÃO PAULO, 13 de julho (Reuters) – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, proibiu nesta segunda-feira o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, de visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias, alegando descumprimento das condições da prisão domiciliar impostas ao ex-chefe do Executivo.

A proibição se estenderá até pouco depois do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro, o que pode representar um revés para a campanha de Flávio Bolsonaro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um eventual segundo turno poderá ocorrer em 25 de outubro.

Moraes entendeu que uma publicação feita nas redes sociais durante o fim de semana, na qual o senador compartilhou uma carta escrita pelo ex-presidente, violou as condições da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.

Pelas regras da prisão domiciliar, o ex-presidente está proibido de utilizar redes sociais, telefone celular ou qualquer outro meio telefônico, seja de forma direta ou por intermédio de terceiros.

A carta do ex-presidente foi divulgada em meio a um desentendimento entre o senador Flávio Bolsonaro e sua madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. No texto, Jair Bolsonaro afirma que chegou o momento de "deixar de lado quaisquer diferenças e fazer com que todos se comprometam a apoiar" a candidatura presidencial de seu filho.

Tradução do Jornal Reuters, agência de notícias britânica

Campanha de Flávio diz que decisão de Moraes é “interferência no jogo político”

Foto: Agência Senado

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou nesta segunda-feira (13/7) após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspender por 90 dias as visitas dele ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e determinar que a defesa apresente explicações sobre a divulgação de uma carta escrita pelo ex-chefe do Executivo.

“A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara interferência no jogo político”, disse em nota o senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado Federal.

Metrópoles

Fonte > Blog do BG

 

ESTIVE COM O CASAL ARAÚJO E MARILDA, RETORNANDO A CURRAIS NOVOS RN;