Após conseguir suspender a ação do TRE que
determinou o afastamento do cargo, a governadora Rosalba Ciarlini se mostra
mais confiante e diz que, embora tenha recebido com surpresa a notícia, a
situação já está superada. Sobre o processo político em Mossoró, e com a
cassação da prefeita Cláudia Regina e a deputada Larissa Rosada, Ciarlini
afirma que acompanhará de perto o desfecho. “Com certeza, não ficarei fora de
qualquer decisão que seja necessário tomar”, afirmou. Em entrevista à TRIBUNA
DO NORTE, a governadora Rosalba Ciarlini evitou comentar sobre o índice de
rejeição e nominar as “forças ocultas”. Ela destacou investimentos feitos
em diversas áreas.
Governadora diz que só fala de eleições no momento de eleições
Na semana passada, o TRE
decidiu pelo seu afastamento do cargo. Depois, o TSE suspendeu a cassação. Como
a senhora recebeu a notícia naquele momento e como está conduzindo o governo
diante deste processo? Isso tem atrapalhado na condução da administração?
Fiquei surpresa [com a decisão do TRE], por ser algo inacreditável. Não havia nada que levasse, de acordo com os advogados que acompanham a ação, àquele tipo de resultado. Mas isso já passou, já foi reposto. No entanto, não houve nenhuma solução de continuidade. Pelo contrário, permaneci com as atividades normais, antes mesmo que fosse publicado o acórdão, o Supremo desse o veredicto.
Alguns juristas consideraram a decisão do TRE até abusiva... A senhora cogitou questionar no CNJ a decisão de alguns dos magistrados?
Não. Nós estamos olhando para frente. Na realidade, o que eu posso dizer foi que nos surpreendemos com uma decisão drástica, pelo fato de que eu não era candidata, não era sobre a minha eleição, o meu mandato de um modo. Mas a consciência tranquila nos dá a convicção para superar as dificuldade e seguir.
Há um aspecto no processo ainda em aberto: o da inelegibilidade. A senhora pretende continuar discutindo?
Com a decisão que foi posta foi retirada as duas questões, tanto a perda de mandato, quanto a inelegibilidade. Mas eu tenho tranquilidade. Sei que tenho governado com rigor , no caminho da honestidade, da transparência, com dificuldades, sim, mas combatendo a corrupção. Então, não tenho o que temer.
Tudo isso envolve o processo político em Mossoró, que poderá ter eleições em 2 de fevereiro. A senhora pretende participar da eleição suplementar? E, com a impossibilidade de Cláudia Regina e Larissa Rosado participarem, quais nomes do DEM a senhora acredita que poderiam disputar?
Eu avalio dentro de coisas concretas. Nós estamos com um processo sendo avaliado no Supremo que ontem (quinta-feira) deu uma vitória a Cláudia Regina para que ela retorne a Prefeitura. Esse é o momento de aguardar o resultados, depois saber como as coisas vão ficar. Ainda tem muita coisa para acontecer. Larissa ainda deve recorrer. E só quando este quadro estiver definido, sentaremos com o grupo de Mossoró para analisar e tomar decisões. Com certeza, não ficarei fora de qualquer decisão que seja necessário tomar.
Fiquei surpresa [com a decisão do TRE], por ser algo inacreditável. Não havia nada que levasse, de acordo com os advogados que acompanham a ação, àquele tipo de resultado. Mas isso já passou, já foi reposto. No entanto, não houve nenhuma solução de continuidade. Pelo contrário, permaneci com as atividades normais, antes mesmo que fosse publicado o acórdão, o Supremo desse o veredicto.
Alguns juristas consideraram a decisão do TRE até abusiva... A senhora cogitou questionar no CNJ a decisão de alguns dos magistrados?
Não. Nós estamos olhando para frente. Na realidade, o que eu posso dizer foi que nos surpreendemos com uma decisão drástica, pelo fato de que eu não era candidata, não era sobre a minha eleição, o meu mandato de um modo. Mas a consciência tranquila nos dá a convicção para superar as dificuldade e seguir.
Há um aspecto no processo ainda em aberto: o da inelegibilidade. A senhora pretende continuar discutindo?
Com a decisão que foi posta foi retirada as duas questões, tanto a perda de mandato, quanto a inelegibilidade. Mas eu tenho tranquilidade. Sei que tenho governado com rigor , no caminho da honestidade, da transparência, com dificuldades, sim, mas combatendo a corrupção. Então, não tenho o que temer.
Tudo isso envolve o processo político em Mossoró, que poderá ter eleições em 2 de fevereiro. A senhora pretende participar da eleição suplementar? E, com a impossibilidade de Cláudia Regina e Larissa Rosado participarem, quais nomes do DEM a senhora acredita que poderiam disputar?
Eu avalio dentro de coisas concretas. Nós estamos com um processo sendo avaliado no Supremo que ontem (quinta-feira) deu uma vitória a Cláudia Regina para que ela retorne a Prefeitura. Esse é o momento de aguardar o resultados, depois saber como as coisas vão ficar. Ainda tem muita coisa para acontecer. Larissa ainda deve recorrer. E só quando este quadro estiver definido, sentaremos com o grupo de Mossoró para analisar e tomar decisões. Com certeza, não ficarei fora de qualquer decisão que seja necessário tomar.
Fonte: Tribuna do Norte

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