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| Limitação de empenho foi publicada pelo governo após relatório da Sefaz - Foto: José Aldenir |
Os números chamam atenção principalmente porque os maiores bloqueios recaem sobre investimentos em infraestrutura, estradas, segurança e educação superior. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), por exemplo, concentra a maior parte da contenção, o que pode comprometer obras importantes e atrasar melhorias esperadas pela população.
A preocupação cresce porque o Rio Grande do Norte já enfrenta desafios históricos relacionados à geração de empregos, atração de investimentos e crescimento econômico. Quando o Estado reduz sua capacidade de investimento, aumenta também a insegurança sobre a execução de projetos que poderiam impulsionar o desenvolvimento regional.
Para muitos potiguares, a situação reforça o debate sobre os rumos da gestão estadual nos próximos anos. Independentemente de posicionamentos políticos, o cenário exige atenção, transparência e planejamento para evitar que a crise fiscal avance e comprometa ainda mais serviços e investimentos essenciais.
O momento é de cautela. A recuperação da arrecadação poderá aliviar as restrições orçamentárias, mas, enquanto isso não acontece, cresce entre os cidadãos a preocupação com os reflexos da crise nas obras públicas, na infraestrutura e na capacidade do Estado de responder às demandas da população.

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