25 março 2013

Gabinete de Dilma mandou comprar fogão às pressas



Imagem ilustrativa da matéria da FOLHA de SP
As habilidades culinárias de Dilma Rousseff já foram motivo de debate quando ela tentou preparar omeletes em programas de TV, como pré-candidata a presidente e no começo de seu mandato.

Agora, elas estão aparentemente na origem de um pequeno conto simbólico sobre os gastos públicos no Brasil.

Em dezembro passado, o gabinete de Dilma apresentou um pedido urgente: a compra de um fogão de quatro bocas para o Palácio da Alvorada, residência onde Dilma mora com a mãe e a tia.

O processo de aquisição do fogão ganhou o carimbo de "urgente" e pedido de "menor prazo possível" para "atender as necessidades do gabinete pessoal da presidente". Conscientes da fama da chefe na hora de não ver ordens expressas cumpridas, os servidores levaram quatro dias para fazer a compra.

O efeito colateral ficou na conta do governo: o fogão custou R$ 2.500 numa loja de um centro comercial decadente do Distrito Federal, em média 30% a mais do que é cobrado nas quatro principais empresas de varejo de Brasília via internet e com frete.

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