O Ministério da Fazenda negou ter
dado aval ao reajuste de 9% no seguro-desemprego para quem recebe acima de um
salário mínimo. Mais cedo, o secretário de Políticas Públicas de Emprego do
Ministério do Trabalho, Sérgio Vidigal, tinha dito que a Casa Civil e o
Ministério da Fazenda tinham concordado em aumentar o índice de correção do
benefício, de 6,2% para 9%.
De acordo com a área econômica do
governo, o reajuste maior do seguro-desemprego não se justifica, porque
aumentaria as despesas públicas. Segundo o Ministério do Trabalho, a aplicação
do novo índice, a partir de agosto, provocaria impacto de R$ 250 milhões nos
gastos até o fim do ano.
“O Ministério da Fazenda nega que
haja decisão tomada a respeito do aumento do seguro-desemprego. O ministério
considera que não é conveniente, neste momento, aumentar despesas, e também que
não se justifica mudar a decisão já tomada pelo próprio ministro do Trabalho,
que é a correção pelo INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor]”, informou
a assessoria de imprensa.
Agência Brasil
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