Desde que foi formada a aliança PMDB e PSB, com as pré-candidaturas do deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) a governador e da vice-prefeita Wilma de Faria (PSB) ao Senado, em oposição à chapa PSD/PT, que tem as pré-candidaturas de Robinson Faria (PSD) a governador e Fátima Bezerra (PT) a senadora, o acirramento entre PMDB e PT tem provocado troca de farpas dos líderes dos dois partidos.
Petistas criticam o “acordão” formado em torno do nome de Henrique. As críticas são duras. O deputado estadual Fernando Mineiro (PT), o vereador Fernando Lucena (PT) e a própria Fátima taxam o palanque peemedebista de conservador. Já Henrique relata que o PT faz política com intransigência e lembra que, até há alguns meses, os mesmos que o criticam queriam se aliar a ele.
O fato é que as farpas trocadas já provocam reação das bases. Algumas lideranças peemedebistas confidenciaram ao blog não votar mais na presidente Dilma Rousseff (PT), apesar da aliança nacional com o PT, devido à postura que os aliados nacionais e adversários locais tem adotado. O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) é o preferido pelos descontentes com os aliados de Dilma no RN.
Se a quase três meses das convenções, a situação está desse jeito. No acirramento da campanha eleitoral, o quadro deve piorar.
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