24 setembro 2015

Rogério Marinho: “Mentira, irresponsabilidade e insanidade são características do governo do PT”



A presidente Dilma Rousseff encaminhou ao Congresso Nacional projeto que recria a CPMF, o imposto sobre o cheque que foi extinto há alguns anos. A polêmica proposta faz parte de uma série de ajustes propostos pelo governo do PT para cobrir o rombo bilionário nas contas públicas do país causado pela má gestão da própria petista. Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), que é contra a medida, a série de ações do governo é um “pacote de maldades”.



Em discurso no plenário da Câmara nesta quarta-feira (23), o tucano disse que “a mentira, a irresponsabilidade e a insanidade são características marcantes do governo Dilma”. Segundo o parlamentar, “a mentira deslavada foi a forma encontrada para permanecer no poder. Irresponsabilidade é termo adequado para quem gasta o que não pode e ainda arruma um jeitinho para maquiar as contas. A insanidade se mostra perfeitamente quando o governo parece viver em um outro Brasil, sem inflação, com crescimento econômico e geração abundante de empregos”.



A constatação feita pelo deputado é que o governo Dilma “gastou com irresponsabilidade o dinheiro do povo, elevando gastos públicos para ludibriar os eleitores com promessas e ampliações insustentáveis de programas eleitoreiros. Ela cometeu estelionato eleitoral. Enganou seus eleitores. Traiu o país”.



Sobre o pacote proposto por Dilma, o deputado afirma que o objetivo do governo do PT é usar o bolso dos brasileiros e conservar a máquina estatal. “O povo não aceita pagar a conta sozinho de tanta desfaçatez, ganância por poder e má gestão. Não é justo!”, disse.



Ainda de acordo com Rogério, “os cortes são promessas vazias. Não há referência em reformar o governo cortando ministérios desnecessários. Não há sinalização clara de que o governo fará sua parte. Pelo contrário, ele quer ressuscitar o famigerado imposto da CPMF. Certamente, um tributo que terá efeito cascata e atingirá indiscriminadamente a todos, inclusive os mais pobres”.



Rogério acredita que a tentativa de ressuscitar a CPMF não será aprovada pelo Congresso Nacional e que o governo sairá, mais uma vez, derrotado no Legislativo. “E outras derrotas se seguirão até o governo compreender que é preciso cortar despesas realmente para equilibrar as contas. Ele não poderá repassar o custo de suas irresponsabilidades ao cidadão, terá que fazer sua parte querendo ou não”.

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