O
Brasil só tem uma alternativa para vencer a crise econômica e voltar a crescer
em 2016: o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). É esta a opinião do
deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB no Rio Grande do
Norte.
“Estamos
vivendo momento complicado da economia, fruto da ingovernabilidade. O Governo é
incompetente, inepto, tem incapacidade administrativa gerencial, e está
paralisado pela corrupção. Vivemos um desgoverno. E só há uma solução, porque
se perdeu a confiança: é o processo de impeachment da presidente Dilma”, disse
o tucano durante entrevista concedida a rádio 94 FM nesta quinta-feira (24).
Ainda
de acordo com o parlamentar, “a sensação dos brasileiros é de frustração, de
quem foi enganado por um governo com imobilidade, inércia, responsável por uma
catástrofe econômica que é fruto da falta de governabilidade. Estamos como
cachorros correndo atrás do próprio rabo, enxugando gelo. É um governo que não
se entende, não tem rumo, não sabe para onde ir, e está levando toda a
sociedade junto”.
Ao
ser questionado sobre a legalidade do pedido de impeachment, Rogério relembrou
que o processo foi aberto diante “dos atos reiterados da presidente em
descumprimento a Lei de Responsabilidade Fiscal, que impede que governos possam
se endividar e com isso prejudicar a governabilidade e a população. O que
ocorreu em 2014 está sendo pago hoje por cada brasileiro. Vivemos no país dos
absurdos em função de um governo que não sabe o que é administração pública”.
Com
relação a recente decisão do STF, que definiu o rito do impeachment no
Congresso Nacional, Rogério admitiu surpresa, principalmente em relação a três
pontos. O primeiro é o fato do STF impedir a disputa para a comissão do
processo. “Eleição com chapa única não é eleição, já se acaba aí o princípio da
democracia. Se não há escolha, não há eleição, é a homologação da escolha de um
líder”, disse.
O
segundo ponto é com relação a questão do voto aberto ou secreto para a
composição do colegiado citado acima. “Não é tão questionável porque não
alteraria o resultado da casa, mas o voto fechado é previsto em casos como
esses para evitar a pressão por parte do governo. Foi o que ocorreu no processo
de Collor”, exemplificou, relembrando o impeachment do ex-presidente.


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