Depois de prestigiar a festa de emancipação da cidade de Equador (RN), o senador José Agripino seguiu para Salvador onde participou do Encontro Nacional da Juventude Democratas.
Durante o evento, que reúne jovens de todas as
regiões do país., o presidente do Democratas falou sobre as
manifestações da sexta-feira (18) em favor do governo do PT. O
parlamentar potiguar reconheceu a grandiosidade do protesto, mas
ponderou. “Não foi um movimento pequeno, mas foi menor do que o que
ocorreu no domingo, uma manifestação espontânea. E uma coisa é
espontaneamente as pessoas irem às ruas, outra é fazer chegar por meio
de sindicato e organismos facilitando os meios [de chegar às ruas]”,
disse.
Agripino afirmou ainda que essa "espontaneidade"
faz com que o movimento contra o governo seja muito mais numeroso.
"Foram 350 cidades do movimento do povo no último domingo, contra 50
cidades do movimento do PT ontem à noite", disse.
O líder da oposição no Senado também comentou
sobre o processo de impeachment instalado na Câmara Federal para cassar o
mandato de Dilma Rousseff. Segundo ele, um caminho sem volta, a "única
saída" do Brasil, já que é necessária uma "atitude drástica" no atual
cenário.
"Ninguém investe nada, ninguém decide nada. Como o
governo não inspira confiança, nem os investidores investem, não gera
emprego. Pelo contrário, demitem para poupar gastos, então o país está
travado no Congresso, está travado na sociedade e só tem uma saída:
trocar o governo. É uma coisa traumática? Claro que é traumática, mas
não tem saída, não tem alternativa. A presidente da República hoje é uma
pessoa que não faz nada planejado. Faz aquilo que lhe resta fazer",
concluiu.
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