De acordo com a publicação, agentes da CIA circularam por Caracas por meses sem serem detectados, mesmo sem cobertura diplomática — já que a embaixada americana no país estava fechada. A missão contou com uma fonte próxima ao líder venezuelano e com o uso de drones furtivos, permitindo aos agentes acompanhar deslocamentos, hábitos alimentares e até identificar os animais de estimação de Maduro.
As informações reunidas foram consideradas decisivas para uma operação militar subsequente. Em coletiva de imprensa, o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, afirmou que o nível de detalhamento obtido possibilitou aos EUA saber exatamente onde Maduro estaria em determinados momentos do dia.
Ainda segundo o Estadão, esses dados embasaram um ataque antes do amanhecer realizado no sábado (3) por comandos de elite da Força Delta do Exército. A ação é descrita como a mais arriscada desse tipo desde a operação que resultou na morte de Osama bin Laden, em 2011, no Paquistão, conduzida por integrantes da SEAL Team 6.
Fonte: Estadão

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