📚 Professores em greve e educação paralisada em 2025
A educação estadual, que deveria ser prioridade em um governo liderado por uma ex-senadora ligada historicamente à área, tornou-se símbolo de conflito. Professores da rede estadual deflagraram greve após impasses na negociação do reajuste do piso nacional do magistério. A paralisação deixou milhares de alunos sem aula, expôs escolas sucateadas e revelou a incapacidade do governo de dialogar de forma eficiente com a categoria.
O mais grave é que a greve não foi um fato isolado. Ao longo da gestão, a relação entre o Executivo estadual e os profissionais da educação tem sido marcada por embates recorrentes, judicializações e desgaste institucional, comprometendo diretamente o direito dos estudantes ao ensino.
🏥 Saúde sob pressão e servidores insatisfeitos
Na saúde pública, o cenário também é preocupante. Profissionais denunciam falta de insumos, sobrecarga de trabalho e atraso em pagamentos, enquanto a população enfrenta filas, dificuldade de atendimento e unidades operando no limite. A insatisfação dos trabalhadores da saúde reforça a percepção de um sistema fragilizado por má gestão e falta de planejamento.
👵 Aposentados e pensionistas: protestos por dignidade
📉 Governo isolado e sem resposta efetiva
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| Governadora Fátima Bezerra |
A soma de greves, protestos e insatisfação popular revela um governo cada vez mais isolado, que recorre ao discurso ideológico para justificar falhas administrativas. O argumento de dificuldades herdadas já não convence uma população que vê, no dia a dia, serviços públicos em declínio e compromissos não cumpridos.
🔎 Conclusão
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| O pagamento do 13º salário só ocorreu após muita luta e mobilização de diversos setores. |
O governo Fátima Bezerra chega a um ponto crítico, marcado por conflitos com servidores, desgaste social e perda de confiança. Em 2025, houve greve na educação, problemas na saúde e protestos de aposentados não são episódios pontuais, mas sintomas de um modelo de gestão que falhou em transformar discurso em resultados concretos.
O Rio Grande do Norte precisa mais do que narrativas políticas: precisa de gestão eficiente, respeito ao servidor e prioridade real para a população.



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