
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deverá decidir se o ministro Dias Toffoli continuará à frente do inquérito que apura suspeitas envolvendo o Banco Master, após a Polícia Federal encontrar menções ao magistrado no celular do empresário Daniel Vorcaro. A análise coloca em xeque a permanência do ministro na supervisão do caso e aumenta a tensão nos bastidores da Corte.
A informação é de Jussara Soares, da CNN Brasil. As referências a Toffoli foram identificadas durante a perícia feita pela PF, que comunicou o presidente do STF sobre possíveis indícios relacionados ao magistrado — embora não tenha solicitado formalmente sua suspeição. A atuação do ministro já vinha sendo questionada por decisões consideradas incomuns, como o alto grau de sigilo imposto ao inquérito e medidas sobre a guarda das provas da Operação Compliance Zero.
O cenário ficou ainda mais sensível após críticas à viagem de Toffoli ao Peru em um jatinho ligado a um advogado que atua no caso e pela revelação de que familiares ligados ao resort Tayayá têm conexões com fundos relacionados a Vorcaro. Nos bastidores, o ministro vinha descartando a hipótese de se afastar da relatoria.
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Fonte > Blog do BG
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