A decisão foi anunciada por lideranças da categoria, que apontam inviabilidade econômica da atividade diante dos custos atuais do combustível.
O movimento reacende o alerta para impactos no abastecimento, na logística e na economia, em um cenário que remete à paralisação nacional de 2018.
Liderança confirma paralisação e fala em “sobrevivência”
O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou que a mobilização já está em estágio avançado e não tem motivação política.
Já estamos bem avançados. Não é um movimento político, a favor de governo A ou B. A decisão é de sobrevivência. O caminhoneiro hoje trabalha de graça; o dinheiro não está pagando nem o custo operacional”, declarou.
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