Vídeo: Reprodução/Instagram @jornalnacional
A Polícia Federal apura se recursos desviados do Instituto Nacional do Seguro Social foram utilizados para custear viagens do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A investigação teve início a partir da análise de movimentações financeiras de Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador do esquema. Segundo a PF, ele realizou cinco transferências de R$ 300 mil, somando R$ 1,5 milhão, para uma empresa ligada à empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.
No mesmo período, a empresa teria feito pagamentos de cerca de R$ 640 mil a uma agência de viagens. A coincidência levantou suspeitas de que os valores possam ter sido usados para bancar despesas do empresário, que já teria utilizado serviços da mesma agência.
A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e afirma que ele “jamais recebeu valores” do investigado ou de empresas relacionadas. Os advogados classificam as suspeitas como “ilações irresponsáveis” e sustentam que não há ligação com o esquema investigado.
Em paralelo, a defesa confirmou ao Supremo Tribunal Federal que Lulinha viajou a Portugal em 2024 a convite do lobista, mas afirma que não houve parceria comercial nem repasse de recursos, enquanto a PF segue tentando esclarecer o destino do dinheiro e a eventual relação com o caso.
Com informações do Metrópoles
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