
O presidente Jair Bolsonaro (PL)

O clima político em Brasília ganhou um novo capítulo de tensão nesta terça-feira (06), após o Partido Liberal (PL) e a liderança da oposição na Câmara dos Deputados divulgarem nota repudiando a manutenção da prisão fechada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mesmo após ele passar por cirurgias e sofrer uma queda durante a madrugada.
Segundo reportagem da Gazeta do Povo, aliados classificaram a decisão como “vingativa” e “desumana”. A defesa havia solicitado prisão domiciliar no dia 29 de dezembro de 2025, mas o pedido foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Mesmo após o incidente da madrugada, o magistrado manteve Bolsonaro encarcerado e impediu que ele fosse levado imediatamente ao hospital.
“Preocupação humanitária”
Ações internacionais
Parlamentares da oposição afirmam que levarão o caso a entidades internacionais de direitos humanos, denunciando o que veem como abuso de autoridade e perseguição judicial.
Para os aliados, impedir a prisão domiciliar ou o atendimento médico urgente passa do limite jurídico e entra no campo da desumanidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário