12 março 2026

General Girão critica gestão de Fátima Bezerra e cobra providências diante da crise no RN

Deputado Federal General Girão
Em discurso realizado nesta quarta-feira (11) na Câmara dos Deputados do Brasil, o deputado federal General Girão (PL-RN) fez duras críticas à gestão da governadora Fátima Bezerra e afirmou que o Rio Grande do Norte enfrenta uma grave crise administrativa, fiscal e social.

Durante o pronunciamento, o parlamentar destacou que o estado vive um cenário de desorganização financeira, apontando que o endividamento já ultrapassa R$ 6 bilhões. Segundo ele, há ainda uma crise fiscal agravada por gastos com pessoal acima dos limites estabelecidos em lei, além de um rombo previdenciário estimado em cerca de R$ 100 milhões mensais.

O deputado também citou denúncias e suspeitas de irregularidades em licitações que ultrapassariam R$ 200 milhões. Para Girão, os problemas administrativos refletem diretamente na vida da população potiguar.

“O Rio Grande do Norte vive uma confusão administrativa sem fim. É um exemplo claro de tudo o que não se deve fazer na gestão pública”, afirmou.

No discurso, o parlamentar também criticou a situação da educação estadual, mencionando denúncias sobre uma suposta “folha de pagamento fantasma” envolvendo professores cedidos a sindicatos. Além disso, apontou dificuldades na área da saúde, com filas para leitos de UTI e falta de medicamentos essenciais.

Outro ponto levantado foi o aumento dos índices de pobreza no estado. Segundo Girão, quase metade da população do Rio Grande do Norte vive atualmente em situação de vulnerabilidade social.

Diante do cenário apresentado, o deputado defendeu a atuação dos órgãos de controle e fiscalização. “É hora de cobrar responsabilidades. O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte precisam agir e exigir explicações sobre esses problemas e possíveis desvios”, declarou.

Ao final do pronunciamento, o parlamentar afirmou que a situação exige mudanças imediatas na condução do governo estadual. “Para o bem do nosso povo, a governadora deve pedir para sair”, concluiu.

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