Segundo reportagem publicada pela Revista Oeste, a discussão ganhou força depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão das visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro e solicitou que a defesa apresentasse, em até 48 horas, esclarecimentos sobre a divulgação de uma carta assinada por Bolsonaro e publicada nas redes sociais por seu filho.
Ainda de acordo com a Revista Oeste, durante o período em que esteve preso, Lula manteve intensa atuação política. Conforme levantamento citado pelo Instituto Lula, o então ex-presidente divulgou cartas de conteúdo político e eleitoral e concedeu 22 entrevistas a veículos de imprensa brasileiros e internacionais.
A publicação destaca que essa movimentação política começou antes mesmo da sequência de entrevistas. Em 15 de agosto de 2018, quando Lula estava preso havia mais de quatro meses, o Partido dos Trabalhadores (PT) registrou sua candidatura à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tendo Fernando Haddad como candidato a vice-presidente.
Na mesma data, Lula divulgou uma carta dirigida aos eleitores. No documento, reafirmou sua intenção de permanecer candidato à Presidência e convocou apoiadores a manterem a campanha em seu nome.
Fonte: Revista Oeste.

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